Parque Temático Epopeia Italiana, em Bento Gonçalves (RS)

Imagens na fachada externa são novidades no parque. Foto: Kelly Pelisser

Primeiro cenário tem cartazes. Foto: Kelly Pelisser

Fui conhecer as novidades do Parque Temático Epopeia Italiana, em Bento Gonçalves (RS). O empreendimento é uma espécie de museu da imigração italiana no Rio Grande do Sul que já existe há 14 anos, mas foi agora reformulado. Com a ajuda de cenários, um filme e um ator que conduz os visitantes, a história do casal Rosa e Lázaro Giordani, que saiu da Itália em busca de uma vida melhor no Brasil, é recontada.

Vila italiana é reproduzida. Foto: Kelly Pelisser

A reforma foi feita por uma empresa especializada de Canela (RS), a D’Arte Multiarte, e envolveu 50 pessoas, que trabalharam na parte da noite, já que o parque não fechou em nenhum momento para a revitalização. O sistema de som e luz é totalmente novo, assim como o filme que é exibido em trechos ao longo do percurso. As falas do ator que interpreta Lázaro e conduz os visitantes também são novas, da mesma forma que algumas casas e detalhes dos cenários, que ficaram mais humanizados – como essa empresa de Canela destacou – com roupas nos varais, por exemplo, para dar uma cara de algo mais real. Outra novidade são uns painéis lindos com fotos no lado externo do parque.

Cenário onde neva artificialmente. Foto: Kelly Pelisser

Ator que interpreta Lázaro conta a história da construção da casa em Bento Gonçalves. Foto: Kelly Pelisser

Uma das casas tem parte aberta para mostrar o interior. Foto: Kelly Pelisser

O passeio é feito em horários determinados e o melhor, segundo a Giordani Turismo que opera a atração, é agendar com antecedência. A duração é de cerca de meia hora. No primeiro espaço, onde estão cartazes que reproduzem as propagandas sobre a América e roupas de época, o visitante vê um trecho que resume a história da imigração italiana com imagens antigas. A partir de então, é conduzido pelo guia-ator que interpreta Lázaro, que primeiro para em um cenário que reproduz uma vila italiana, com igrejinha e fonte (bem típica. Quem conhece a Itália identifica na hora). A seguir, seguem todos para um segundo cenário, que representa uma casa de interior na Itália, onde neva artificialmente por alguns instantes, dando um efeito muito bonito. Ali, os visitantes sentam para ver a primeira parte do vídeo que conta a história dos sonhos de Lázaro e Rosa. Na sequência, os turistas entram em um cenário-navio, com telas que primeiro reproduzem o mar e depois dão sequência à história do jovem casal de imigrantes. O próximo local mostra uma mata fechada, tal e qual os italianos encontraram quando chegaram na Serra gaúcha. Em seguida, passa-se a uma pequena vila que remonta as casas construídas pelos imigrantes. Seguindo, está a reprodução do centro de Bento Gonçalves em épocas passadas (mas já com a igreja Santo Antônio e várias casas que existem até hoje). Por fim, há um último cenário com um coreto, onde é feita a despedida. Ali, há uma loja de souvenirs, um espaço para tirar fotos com roupas de época e também está uma foto do casal Rosa e Lázaro de verdade, que são bisavós da família proprietária do empreendimento, junto com um baú que eles trouxeram da Itália.

Cenário reproduz Bento Gonçalves de antigamente, mas já com a igreja Santo Antônio. Foto: Kelly Pelisser

O texto da história é bem otimista, embora cite algumas das dificuldades encontradas pelos italianos nas novas terras. Os cenários são bonitos e bem estruturados. Para quem não conhece a história da imigração vale para ter um resumo. Para quem já conhece vale pela estruturação cênica.

Baú é o original trazido pelos imigrantes Rosa e Lázaro da Itália. Foto: Kelly Pelisser

Foto de Rosa e Lázaro reais. Foto: Kelly Pelisser

 

Parque Temático Epopeia Italiana

Onde fica: Rua Visconde de São Gabriel , 507, bairro Cidade Alta, Bento Gonçalves, RS

Horários: diariamente, das 8h às 18h

Ingressos: R$ 25 (crianças até cinco anos não pagam. A partir de 6 anos, a entrada é o preço normal)

Mais: site e Facebook

 

 

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Fenamassa 2017, em Antônio Prado (RS)

Igreja de Antônio Prado é super lindinha também. Foto: Kelly Pelisser

Fui visitar a Fenamassa 2017 em Antônio Prado, RS. O Festival Nacional da Massa começou neste findi e segue entre os dias 15 e 19 de novembro (entre o feriado e domingo). Toda a função rola na praça central, no entorno das casas históricas, com entrada gratuita. Um toldo gigante foi colocado para abrigar a festa, mas as laterais são abertas, o que dá uma cara muito legal, de evento ao ar livre, ainda mais com o cenário dos casarios ali perto. Lembra muito eventos gastronômicos da Europa. Nos oito dias do festival, são esperadas 25 mil pessoas, bem mais do que o número de habitantes da cidade, 13 mil.

Almoço servido no restaurante que reproduz salões de colônia. Foto: Kelly Pelisser

Antônio Prado tem 46 empresas formais que produzem massas. E a cidade é uma graça só. O Centro é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por causa de 46 construções do início do século passado. A mais linda é a edificação de madeira de dois andares amarela, a Casa da Neni, que hoje abriga o Museu Municipal (dá para visitar de graça). Outra que vale a visita é a Casa de Artesanato, onde eu me encantei pelo trabalho em renda chamado frivoletê, que só tem em Antônio Prado ainda. A maioria das edificações antigas abriga pontos comerciais atualmente.

O chafariz tá lá embaixo do toldo da Fenamassa. Foto: Kelly Pelisser

Ali bem ladinho, a Fenamassa conta com 55 expositores de produtos diversos, incluindo quatro vinícolas da cidade, mais cinco restaurantes que são a alma do evento. Um deles reproduz os típicos almoços de colônia e os outros quatro têm um cardápio composto por vários tipos de diferentes de massas (óbvio), que variam conforme o dia e não são iguais de um para outro. O preço é fixo em todos, R$ 45 por pessoa, no sistema de rodízio (você senta e é servido na mesa, podendo repetir), com direito a uma bebida por pessoa. Há também a opção empratado, por R$ 35 por pessoa, quando vem um prato pronto apenas. Ao todo, são 600 lugares, que servem refeições durante todo o horário de atendimento da feira (no feriado, sábado e domingo, das 10h às 22h, na quinta e sexta, das 18h às 22h).

São cinco restaurantes, cada um com um cardápio com muuuuita massa. Foto: Kelly Pelisser

Nos estandes que vendem massa fresca, a dica é procurar pelo que eles chamam de pipoca de gringo, que nada mais é do que agnoline (ou capeletti) frito. É bem gostoso, estilo salgadinho ou petisco. Para quem é intolerante a glúten, há, no espaço dos expositores, uma empresa de produtos glúten free, a Alecrim, que serve lanches, como pizzas e salgados. O festival oferece ainda oficinas gastronômicas gratuitas e um espaço muito legal chamado Mão na Massa, onde noninhas ensinam como sovar massa, fechar capeletti e fazer bíguli. Há ainda shows locais e estaduais, sempre com entrada franca. Outra atração é um passeio turístico pelo centro histórico num ônibus antigo, com saída de hora em hora, por R$ 15 por pessoa. Tem ainda uns eventos especiais, como no sábado passado, quando acompanhamos uma competição de quem comia mais tortéis. O vencedor, Francisco Tormena, comeu 128 tortéis no período de duas horas (sim, 128 tortéis! Acreditem! Eu nunca mais ia querer ver essa massa na vida, mas ele disse que vai se preparar para comer 150 na próxima edição).

Espaço Mão na Massa é muito legal. Foto: Kelly Pelisser

Almoçamos no espaço que reproduz os salões de colônia. O cardápio ali é sopa de capeletti, macarrão ao molho de salame, tórtei com molho de frango, lasanha de carne, nhoque ao molho branco, espaguete ao molho de tomate seco, espaguete à carbonara, acompanhado de pão, polenta frita, pien (lá eles chamam de pescoço recheado), frango à passarinho, saladas de radicci com cebola e de alface com tomate, mais uma mini pizza individual de chocolate com confetes de sobremesa. Para beber, as opções são água mineral ou suco de uva tinto de 300 ml ou uma taça de vinho branco ou tinto. Como deu para perceber, o almoço é beeeem farto e com muita massa, da entrada à sobremesa!

Moinho Franscescatto continua moendo milho com roda d’água. Foto: Kelly Pelisser

À convite da Fenamassa, visitamos ainda dois pontos no interior do município. Primeiro, o Moinho Franscescatto, uma edificação de 1930 que na década seguinte foi transformada em um moinho que funciona até hoje movido por uma roda d’água. Dona Catarina Francescatto, de 72 anos, mora e trabalha sozinha no local, após ter ficado viúva. Ela mostra aos visitantes como funciona o trabalho de moer milho à maneira antiga e tem um caderninho com os pedidos anotados à mão, assim como a tabela de preços. A visita custa R$ 5 e pode ser agendada pelo telefone (54) 3293.3207.

Dona Catarina, 72 anos, toca sozinha o moinho. Foto: Kelly Pelisser

Depois, visitamos a agroindústria e propriedade de orgânicos Pérola da Terra. O casal de agricultores Joce Pontel e Volmir Forlin foram pioneiros no cultivo de orgânicos há mais de 20 anos. Eles produzem sucos integrais, néctares de frutas, molho de tomate, purê de frutas e um melado de maçã (dá para usar para adoçar bebidas ou iogurte ou como molho para salada). Comprei um suco de maçã e um purê de frutas com maracujá, pitaya e maçã. Nada leva açúcar ou qualquer outro ingrediente, e tudo é muito docinho e gostoso. Nas estufas, os morangos e os tomates ouvem música. E estão estudando para que as uvas ouçam também. Os morangos estavam com música clássica quando visitamos, mas, em outras colheitas, eles já ouviram rock pesado, estilo Black Sabbath. A explicação é que eles crescem maiores e mais saudáveis com ritmos musicais. Dá para conferir mais detalhes, no site do Pérola da Terra.

Morangos ouvem música na propriedade de orgânicos Pérola da Terra. Foto: Kelly Pelisser

Antônio Prado é uma cidade encantadora. A visita vale demais, ainda mais nesse período de Fenamassa. Comer lá, passear pelos estandes e depois caminhar pelo centro histórico é um programa realmente imperdível!

A Fenamassa é um passeio imperdível. Foto: Kelly Pelisser

 

Fenamassa

Onde: Centro Histórico de Antônio Prado, RS

Quando: ainda de 15 a 19 de novembro de 2017

Horários: no feriado, sábado e domingo, das 10h às 22h, na quinta e sexta, das 18h às 22h.

Quanto: entrada gratuita

Mais: site e Facebook

 

 

Reino da Longevidade, em Veranópolis (RS)

Esses são os únicos móveis que não estão à venda, por serem acervo da família. Foto: Kelly Pelisser

Coroa bem na entrada do Reino da Longevidade Foto: Kelly Pelisser

Todos os móveis do café estão à venda. Foto: Kelly Pelisser

Eu adoro roteiros pelo interior, ainda mais quando são genuínos e cercados de histórias. Tive o privilégio de fazer parte do primeiro grupo a conhecer um novo passeio turístico em Veranópolis (RS). O roteiro foi idealizado por um empreendimento jovem e super querido na comunidade de Monte Bérico: o Reino da Longevidade, um café onde todos os móveis (os que decoram o espaço e também as mesas e cadeiras onde sentam os clientes) estão à venda. Tanto os móveis no estilo rústico quanto as opções para comer são feitas pela família Fracasso. O novo passeio, chamado Segredos da Maçã, percorre as comunidades de Monte Bérico e Lajeadinho, onde se plantou o primeiro pé de maçã do Brasil.

Mesas e cadeiras onde clientes sentam no café também estão à venda. Foto: Kelly Pelisser

Amei esses móveis. Foto: Kelly Pelisser

O café Reino da Longevidade foi criado em outubro de 2016. Ele ocupa o térreo de uma casa da família, onde, no passado, funcionava uma fábrica de carrocerias. Atende aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h30min. No cardápio, estão cafés desde o tradicional expresso passando por aqueles incrementados, como irish coffe e chocolate quente com panna, até opções exclusivas, como o Café do Reino, que leva xarope de menta, e o Café da Longevidade, com calda de morango. Os preços variam de R$ 4,50 a R$ 9,50. Das comidinhas, tem várias opções bem locais: sanduíche colonial com salame ou copa, bolos, pão com geleia, palha italiana, torta tirolesa, torta de maçã, e roseta (massa de grostoli com recheio de creme). Os preços desses itens variam de R$ 4 a R$ 7,50. O café por si é um encanto só. Na entrada, há uma coroa e uma tiara com um trono, onde as crianças adoram brincar. Logo passando a porta, estão os únicos itens que não são estão à venda: uma prateleira que guarda itens antigos da família e uma cômoda que era da avó dos proprietários. O restante dos móveis, que tem um toque antiguinho lindo e são peças únicas, tem etiquetas de preço, inclusive a mesa e a cadeira onde você sentar para comer. Assim que são vendidas, as peças vão sendo substituídas.

No café também estão à venda lembranças como jogos da velha e resta um em madeira. Foto: Kelly Pelisser

A ideia da criação do espaço é da relações públicas Letícia Fracasso, que administra o Reino da Longevidade junto com o marido, Júnior. Os móveis são da fábrica dos irmãos da Letícia, o Marcelo e o Gustavo (há mais de 20 anos, eles trabalham com isso). Os dois irmãos da Letícia também são os motoristas e guias do novo passeio. Os visitantes são levados em carros que já eram de propriedade da família, apaixonada por carros antigos, um Jeep e uma Rural 1959. Uma segunda Rural está sendo preparada para se juntar ao empreendimento.

Veículos que levam ao passeio. Foto: Kelly Pelisser

Primeira parada: igreja de Monte Bérico. Foto: Kelly Pelisser

O passeio será feito apenas por agendamento e dura pouco mais de duas horas. A atividade começa e termina no próprio café e tem outros quatro pontos de parada oficial, mas também é possível pedir para parar pelo caminho para fazer fotos ou observar melhor a paisagem. Os guias vão explicando um pouco da história das comunidades por onde os veículos passam. A primeira parada é a igreja da comunidade de Monte Bérico. Depois, segue para a igreja da comunidade de Lajeadinho, onde há um busto do agricultor José Bin que, em 1935, comprou uma maçã importada da Califórnia, nos Estados Unidos, num mercado de Veranópolis e resolveu plantar as sementes na sua propriedade, dando início ao cultivo de maçãs no Brasil. A próxima parada é justamente na casa onde Bin morava. Na mesma propriedade, que pertence a descendentes do agricultor, o carro segue mais um trecho à frente para, então, os participantes do passeio abandonarem os veículos e seguirem a pé por um potreiro, por cerca de 330 metros, até um mirante onde se avista o Rio das Antas e a ponte dos arcos que divide Veranópolis e Bento Gonçalves. Realmente, a paisagem é linda e de um ângulo totalmente novo para mim da ponte símbolo da região.  De volta ao carro, o passeio continua na Vinícola Simonetto, para ouvir as histórias do proprietário e provar os excelentes vinhos do lugar. Por fim, a aventura termina no Reino da Longevidade, onde o visitante tem uma prova de alguns dos produtos do café, pão com queijo e salame, palha italiana, torta tirolesa e torta de maçã, acompanhados de um café simples à escolha ou de chá de maçã. Eu provei o cappuccino e o chá de maçã. Tudo muito gostoso, assim como as tortas (me apaixonei pela palha italiana).

Segunda parada: igreja de Lajeadinho e busto de José Bin, o primeiro a plantar maçãs no Brasil. Foto: Kelly Pelisser

A casa onde morou José Bin. Foto: Kelly Pelisser

A atividade ocorre nos mesmo dias de funcionamento do café, sábados, domingos e feriados. É possível levar de duas a oito pessoas. Os preços variam de R$ 100 a R$ 120, conforme o número de participantes. Nesse valor, já está incluída a degustação na vinícola e também o prato de degustação com uma bebida no café ao final. É legal lembrar de levar repelente e protetor solar, já que é feita uma caminhada no campo. Para reservar, é possível entrar em contato pelo telefone (54) 3441.0029 ou pelo e-mail contato@reinodalongevidade.com.br.

Tanto o café quanto o passeio valem demais a pena. Eu fiquei muito encantada e com vontade de voltar.

Vinhos para degustação na Vinícola Simonetto. Foto: Kelly Pelisser

Visitantes provam produtos do Reino da Longevidade ao final do passeio. Foto: Kelly Pelisser

Vista da ponte do Rio das Antas a partir de mirante na propriedade da família Marin. Foto: Kelly Pelisser

 

Reino da Longevidade

Onde fica: Rua Guerino Cosmo Rigon, 465, comunidade de Monte Bérico, Veranópolis, RS

Horários: sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h30min

Mais: site e Facebook

 

 

Lugares para comer pet friendly em Caxias do Sul e Serra gaúcha

Bichinhos de estimação são muito fofos, companheiros, alegres e fazem parte da família. Cada vez mais gente tem pets em casa. Então, nada mais natural do que querer levá-los junto para passeios. Só que, diferente de países da Europa onde é super normal encontrar cachorros em restaurantes, no Brasil, aos poucos, a ideia começa a ser disseminada. Por aqui, o rigor da legislação é apontado como entrave para que mais empreendimentos aceitem animaizinhos.

Preparei uma listinha de lugares para comer em Caxias do Sul, Farroupilha e Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, que são pet friendly, ou seja, que recebem animais de estimação. Alguns só aceitam numa área externa, em outros, os bichinhos podem circular sem restrições. Dá uma olhada porque todos os empreendimentos são sensacionais e já valeriam a visita por si só, mas podendo levar o amiguinho de quatro patas, fica melhor ainda, né! Se ainda souber de mais algum lugar, é só me avisar nos comentários ou pelo e-mail kellyisispelisser@yahoo.com.br, que eu incluo na lista. J

 

CAXIAS DO SUL

Dulce Amore Confeitaria Fina do Shopping Iguatemi Caxias

Donos de pets podem fazer seu lanche na filial da Dulce Amore Confeitaria Fina no Shopping Iguatemi Caxias mas apenas nas mesas externas. Os bichinhos não podem circular dentro da loja. Há mesas, em frente ao empreendimento, no espaço LifeStyle do shopping (aquela parte coberta), onde é possível sentar com os animaizinhos. O lugar é famoso pelo café servido na casquinha de sorvete, mas também há outras delícias doces e salgadas. Vou adiantar um projeto muito legal deles, mas que ainda está em desenvolvimento: a ideia, no futuro, é ter também atendimento para os pets, com snacks para o consumo de animais. Legal, né?

Onde fica: Shopping Iguatemi, Caxias do Sul, RS

Horários de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h, domingos, das 14h às 20h.

 

Maria Lorenza

A Maria Lorenza é uma loja de roupas femininas e um café que fica em uma casa na área central. O espaço comercializa, além de roupas, acessórios como bijouterias, e mais sabonetes e outros itens de beleza que não sejam testados em animais. Há ainda uma seção para vender caminhas e itens para pets. Então, claro, que o café também aceita bichinhos. O lugar conta com mesinhas num dos cômodos da casa e também num terracinho que é a coisa mais querida, com um jardim, no meio da residência. O café tem salgados, doces, tortas, cafés especiais e muitos tipos de chás.

Onde fica: Rua Moreira César, 2671 (entre as ruas Pinheiro Machado e Bento Gonçalves), Caxias do Sul, RS

Horários de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábados, das 10h às 17h.

 

Mestre-Cervejeiro.com

Essa é uma loja especializada em cervejas artesanais nacionais e importadas, com mais de 250 rótulos. Qualquer garrafa de cerveja que o cliente escolher na estante estará gelada, pronta para ser servida na hora. Além disso há duas torneiras de chopp servidas diariamente. A loja tem parceria com alguns restaurantes do entorno para oferecer, no horário de funcionamento dessas casas, petiscos, pizzas, porções de batata e polenta frita e sushi, para acompanhar a cerveja. Os bichos são aceitos dentro da loja em qualquer horário.

Onde fica: Avenida Julio de Castilhos, 3116, bairro São Pelegrino, próximo ao posto de combustíveis da Julio, Caxias do Sul, RS.

Horários de funcionamento: de segunda a sexta, das 11h às 22h, no sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 13h30min às 19h.

Morri com essa foto do Mestre-Cervejeiro! Foto: Mestre-Cervejeiro, divulgação, Facebook

 

Sônia Hermoza Padaria Artesanal

A Sônia Hermoza Padaria Artesanal é um lugar que eu amo em Caxias, com doces maravilhosos! O brownie com morangos e a mil folhas são divinos, com uma textura incrível e um sabor muito equilibrado. Como se não bastasse isso, tem um deck ar livre na parte externa muito legal para ficar sentado observando o movimento da Avenida Itália, e onde os bichinhos são aceitos (apenas nessa parte de fora).

Onde fica: Avenida Italia, 315 (no antigo Bukus), bairro São Pelegrino, Caxias do Sul, RS

Horários de funcionamento:  de segunda a quinta-feira, das 8h às 19h, nas sextas, sábados e domingos, das 8h às 20h.

 

Sweez Confeitaria & Eventos

Esse é outro lugar que eu adoro demais em Caxias do Sul. Com uma decoração colorida e super fofa, tem docinhos lindos e super caprichados. Além disso, há sanduíches, sopas, saladas, salgados, pães artesanais de fermentação natural, tortas e gelatos no cardápio. Os meus preferidos de lá são o brownie, os cupcakes (que são muito gracinhas) e o sorvete. Para quem é apaixonado por café, tem muita opção! Não só de tipos, mas diferentes formas de extração da bebida. E olha só que máximo: a Sweez permite animais na loja! Pode ficar junto dos donos nas mesas na parte interna, ou também tem umas mesinhas num terracinho externo.

Onde fica: Rua Coronel Flores, 749, sala 3, na antiga Estação Férrea, Caxias do Sul, RS

Horários de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábados, das 13h às 19h30min.

A musa Preta Gil bem de boas na Sweez, em Caxias do Sul. Foto: Cristian Ferreira, divulgação

 

Urso Brownie

A Urso Brownie é um lugar querido demais! Para começar, a casa é muito linda, com vidros amplos e portas no estilo antiguinho. A especialidade, como o nome já entrega, são os brownies. A apresentação dos produtos é de encher os olhos. Tem brownies com coberturas e brownies de pote em camadas, além de opções salgadas, cafés e sucos. A área da frente da casa conta com um deck ao ar livre com mesinhas e ombrelones. Os pets são aceitos apenas nessa parte externa.

Onde fica: Rua São João, 1794, Centro, Caxias do Sul, RS

Horários de funcionamento: de terça à sábado, das 15h às 22h, e domingos, das 15h às 20h.

 

Yoo Boutique Food Store

A Yoo Boutique Food Store é uma loja e restaurante que fica numa casa super bacana bem no Centro. No armazém tem muita coisa legal para vender para preparar em casa ou comidas prontas para levar, além de grande variedade de vinhos. Mas também tem mesas na parte interna e num deck externo, onde se pode desde fazer refeições completas no almoço ou jantar até só um lanchinho de leve durante a tarde. Entre as opções, sushis, carnes, risotos, massas, tortas bem legais e diferentes. Dá para pedir, inclusive, vinho em taças. Somente nesse deck ao ar livre, na parte externa na frente da casa, dá para ficar com os bichinhos de estimação.

Onde fica: Rua Os 18 do Forte, 1535, Caxias do Sul, RS

Horários de funcionamento: de segunda à sábado, das 11h às 21h

 

Observação sobre os shoppings: apenas para alertar que tanto o Shopping Iguatemi Caxias quanto o Shopping San Pelegrino são pet friendly, mas permitem a circulação de animais apenas em áreas comuns fora dos setores de alimentação. Ou seja, dá para passear com o bichinho pelos corredores das lojas nos dois shoppings, mas não é permitido levá-los para a Praça de Alimentação, mesmo que seja no colo.

 

FARROUPILHA

Café Estação Blauth

O restaurante Café Estação Blauth é um lugar super badalado aos finais de semana. Em meio à natureza, na estrada antiga que liga Farroupilha à Garibaldi, conta com um deck e também com área externa onde os bichos são aceitos. No cardápio, estão pratos a la carte, como entrecot e risotos, além de hambúrgueres e sobremesas lindas demais. A casa tem seu próprio mascote, o cachorrinho Pingado, que é uma simpatia só e foi adotado há dois anos. O Pingado fica circulando entre os clientes e fazendo amizades. E amigos humanos ou caninos são sempre bem-vindos. A única orientação que o café faz é que animais muito grandes fiquem presos à coleira, para não amedrontar outros clientes que não sejam muito acostumados com bichos.

Onde fica: VRS-813, Km 9, Desvio Blauth, Farroupilha, RS

Horários de funcionamento: Sexta, das 17h às 23h, sábados, das 12h às 23h, e domingos, das 11h às 19h.

Que simpatia que é o Pingado do Café Blauth mostrando o deck onde os bichinhos podem ficar. Foto: Café Estação Blauth, divulgação

 

BENTO GONÇALVES

Amora Sabores Especiais

O Amora Sabores Especiais é um lugar divino, que prega a alimentação saudável, mas com pratos lindos e super gostosos. Dá para fazer um lanche, jantar ou fazer um pré ou pós-treino lá. Nos sábados, tem almoço ao meio-dia. Na sexta, a partir das 19h30min, tem fondue com itens saudáveis! No cardápio, tem uns bolos maravilhosos (os nake cakes são lindos demais e muito gostosos), sanduíches e pizzas individuais, entre outros. Na entrada da casa, tem mesinhas ao ar livre, com ombrelones. Os pets são aceitos nesse espaço externo.

Onde fica: Avenida Planalto, 816, Bento Gonçalves, RS

Horários de funcionamento: de segunda a sexta, das 15h às 22h30min, e sábados, das 11h45min às 19h.

 

Café Com Arte

O restaurante Café com Arte é um bistrô que serve, à noite, risotos, massas, carnes, sopas, saladas, burguer e sobremesas. Os pratos mais famosos do lugar são a costelinha de porco da casa e o burger da casa. Para acompanhar, tem cervejas artesanais, vinhos e espumantes. Os bichinhos são aceitos num espaço específico no interior e na área externa, onde há mesas num jardim coberto.

Onde fica: Rua Marques de Souza, 354, Bento Gonçalves, RS

Horários de funcionamento: de terça à sábado, das 19h às 23h.

 

Miolo Wine Garden

O Wine Garden da Vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, é simplesmente uma delícia! Um ônibus fica estacionado no jardim aos fundos da vinícola, onde são preparadas comidinhas que são servidas no gramado, juntamente com os vinhos e espumantes da Miolo. O cardápio varia conforme a estação e, às vezes, inclui pratos de chefs convidados. Mas tem bruschetas, tábuas de frios, cupcakes e outras sobremesas delicinha. Dá para sentar em cadeiras junto a mesinhas ou ficar pelo chão mesmo, em tapetes e almofadas que estão dispostos pelo gramado. É maravilhoso ficar por lá em dias de sol e tempo bom. Os bichinhos são aceitos lá e também contam com água e ração. É muito amor, né!

Onde fica: Vinícola Miolo, RS-444, Km 21, Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, RS

Horários de funcionamento: sábados e domingos, das 10h30min às 18h

 

Viverone Café Boutique

O Viverone Café Boutique fica junto ao hotel Viverone, com entrada pela rua ao lado daquela da rua principal do hotel. Ele é aberto ao público em geral, não somente a hóspedes. O legal é que funciona todos os dias, incluindo domingo, e num horário amplo. Tem muita coisa gostosa, tortas, cafés especiais (acho querido o expresso com Nutella servido em copo), e fondue, entre outras delícias. Na entrada, tem um deck externo ao ar livre, com mesinhas. Os pets são aceitos nesse deck na parte de fora.

Onde fica: Junto ao Hotel Viverone, Rua Carlos Flores, 301, Bento Gonçalves, RS

Horários de funcionamento: de segunda a sábado, das 11h às 22h30min, e domingos, das 14h às 22h.

 

Agroecoturismo Tedesco Villa d’Asolo, em Veranópolis, RS

Propriedade resgata conexão com a natureza. Foto: Kelly Pelisser

A Tedesco Villa d’Asolo é uma propriedade rural no interior de Veranópolis (RS) que tem a marca do agroecoturismo. A ideia é incentivar nos visitantes e em alunos de escolas a conexão com a terra e o resgate de valores antigos. O atrativo fica na comunidade de Nossa Senhora da Paz, distante cerca de 3,5 km da área central da cidade, com acesso por uma estrada totalmente asfaltada. As visitas podem ser feitas apenas por agendamento.

Casa foi construída à semelhança de antigas construções de imigrantes italianos. Foto: Kelly Pelisser

Além de atender visitantes individuais e grupos, há um trabalho voltado para crianças de escolas com foco na educação ambiental. Outras opções são um merendim, com produtos típicos italianos que saem da própria fazenda, ou eventos no estilo coquetel. Tudo com agendamento prévio. Os valores dependem da quantidade de pessoas e da proposta. Para visitas, normalmente, giram entre R$ 12 e R$ 20 por pessoa. Já o merendim costuma ficar entre R$ 30 e R$ 35. O lugar trabalha dentro do conceito do movimento slow food, que prega uma alimentação mais natural, conectada às fases da produção, e saboreando o gosto das coisas.

É possível alimentar os animais. Foto: Kelly Pelisser

A casa da propriedade é uma construção recente, mas foi feita para lembrar as antigas casas de imigrantes italianos, com uma parte superior em madeira e o piso inferior em pedra. Há uma estrebaria de madeira aos fundos. Na propriedade, são criadas ovelhas, gansos, peixes e galinhas. Há um túnel por baixo da estrada para as ovelhas passarem de um lado a outro dos campos, sem atravessar a via com tráfego de carros. O terreno conta com campanário, açude, fonte de água, tirolesa, um mirante e pinguelas. Também é possível fazer um passeio num barquinho ou alimentar os animais (dar comida para as ovelhinhas é muito querido!).

Propriedade trabalha no conceito slow food. Foto: Kelly Pelisser

O visitante conhece histórias sobre o Império Romano e seu legado, a colonização italiana, os alimentos da época, a origem da polenta, astronomia, os ciclos da natureza, fases da lua e agroecologia. É uma verdadeira aula e um resgate de assuntos que andam meio esquecidos nos dias de hoje. É uma experiência muito agradável e rica, que nos reconecta com a natureza. Vale a visita.

 

 

Agroecoturismo Tedesco Villa d’Asolo

Onde: comunidade de Nossa Senhora da Paz, Veranópolis, RS

Horários: visitas podem ser feitas apenas sob agendamento. De terça a domingo, das 9h às 18h. Fones: (54) 3441.8389 ou (54) 99145.8913 ou (54) 99943.0868.

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Vinícola Simonetto, Veranópolis, RS

Foto: Vinícola Simonetto, divulgação

A Vinícola Simonetto, de Veranópolis (RS), é um daqueles lugares que merece ser visitado, principalmente se você gosta de vinhos e quer conhecer outros roteiros, além dos já tradicionais. A família se preparou para bem receber os turistas. Ao entrar na vinícola, a primeira parte é o varejo, onde são vendidas as bebidas e geleias produzidas pela família, mas também há outros itens, como sabres e acessórios para vinho, cremes para o corpo e mãos, e aromatizantes para a casa. A Simonetto produz vinhos finos e de mesa, espumantes moscatel, brut (pelo método charmat e pelo tradicional), sucos de uva e de maçã e geleia de maçã, figo e pimenta. Entre os vinhos, destaco o Tannat deles, que é maravilhoso, e um vinho que é exportado para o Japão. A bebida que vai para o continente asiático tem o rótulo todo em japonês e é feita de uva Isabel, embora não pareça, já que é um rosé bem levinho. Os japoneses descobriram a vinícola depois de pesquisas de universidades que avaliaram por que Veranópolis tem uma expectativa de vida mais elevada que a média brasileira (e uma das explicações é o consumo moderado de vinho).

A visita, que inclui degustação de produtos, custa R$ 10 por pessoa. Grupos devem ser agendados. Na vinícola, é possível aprender a fazer sabrage, a técnica, que dizem que foi inventada por Napoleão Bonaparte, de degolar a garrafa com um sabre. Eu aprendi lá a fazer, ainda na época da última Femaçã, e fiz de novo na última visita. Eu acho bem tranquilo. Depois, aprimorei a técnica e faço a degola da garrafa também utilizando a base de uma taça de vidro. Serve para impressionar as pessoas. Ahaha. Fazendo direitinho, não tem perigo e o bico da garrafa sai inteiro, não tem risco de cair vidro dentro. Depois, na vinícola, eles te dão esse gargalo degolado dentro de uma caixinha com plástico na parte superior, para você levar de lembrança com a inscrição “Sabrage da Longevidade”.

O atendimento na vinícola é super especial, feito pela própria família, o que dá uma caráter bem mais aconchegante à visita. É uma experiência que vale a pena.

 

Vinícola Simonetto

Onde: à 2km da BR 470, Km 184, nº 1730, Monte Bérico, Veranópolis, RS

Horários: visitação, degustação e varejo, de terça a sexta-feira, das 13h30min às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9 às 11h30min e das 13h30min às 18h.

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Ateliê L’Arte Ceccato, Vila Flores, RS

Propriedade da família Ceccato tem peças em argila e ervas medicinais. Foto: Kelly Pelisser

O Ateliê L’Arte Ceccato é um lugar muito querido na pequena e simpática cidade de Vila Flores (RS). Localizado na comunidade de Linha Aimoré, fica a cerca de 2,5 quilômetros do Centro, por uma estrada totalmente asfaltada. Como o nome indica, é o ateliê onde a artesã Benedita Ceccato produz e comercializa suas peças em argila. Isso por si só já seria encantador, mas a família ainda conduz os visitantes por uma experiência onde são contadas a história da comunidade e do cotidiano dos imigrantes italianos, além de contemplar o uso de chás e ervas medicinais, também resgate da cultura dos antepassados.

Família explica sobre a comunidade e sobre cotidiano dos imigrantes italianos. Foto: Kelly Pelisser

Artesanato está em vários cantos da propriedade. Foto: Kelly Pelisser

A visita pode ser feita apenas sob agendamento. Para conhecer o local, os visitantes pagam R$ 15. Também há a possibilidade de oficinas especiais para escolas, onde os alunos aprendem sobre a cultura italiana e produção em cerâmica. A Oficina Mágica tem duração de 1h15min e a Oficina Mãos à Obra, de 2h30min. A atividade de conhecer a propriedade é chamada de Terapia Caminhante, já que os turistas vão andando, num pequeno trecho, ao redor da casa e da horta, onde há paradas para explicações sobre a história da família, o uso do barro para fazer tijolos, a formação da comunidade, entre outros assuntos. Ali, descobri que na Sexta-Feira Santa, a Linha Aimoré prepara uma procissão à noite que deve ser linda demais de acompanhar, iluminada com sabugos de milho, embebidos em combustível para pegar fogo, que ficam em galhos colocados ao longo do caminho. A cerimônia ocorre ao som de rácolas (também chamadas de matracas, em outros pontos do país), lembrando tradicionais ritos que remontam a época medieval.

Representações de São Francisco de Assis são tema constante. Foto: Kelly Pelisser

Também há representações de cenas cotidianas. Foto: Kelly Pelisser

Bom, voltando à história da visita à propriedade dos Ceccato, o turista também conhece algumas máquinas antigas utilizadas na agricultura, e, depois, entra no jardim da propriedade, onde há um relógio do corpo humano, aquela formação em que cada hora do sol representa uma parte do corpo com um canteiro com plantas medicinais que aplacam os males desse respectivo órgão. O visitante prova chás e aprende um pouco sobre como os imigrantes tratavam doenças de um jeito meio intuitivo, mas que tem explicação científica. Por fim, há uma parada num ponto que lembra a espiritualidade. A caminhada acaba no porão da casa, com grostolis doces e salgados (sim, salgados!), doce de batata doce, café e suco de limão (se aprende que é bom colocar umas gotinhas de suco de limão no café para quem tem dor de cabeça).

Visitantes são recebidos com grostolis doces e salgados, doce de batata doce, café e suco de limão. Foto: Kelly Pelisser

Achei uma fofura as Cinco Marias e esse “Canheto-toalha”. Foto: Kelly Pelisser

Ali no ateliê estão em exposição peças à venda e também do acervo de Benedita Ceccato. Entre as que não podem ser compradas, estão estátuas que representam diferentes fases da vida de São Francisco de Assis, que foram tema de uma exposição em Caxias do Sul, no Museu dos Capuchinhos. Mas há várias outras representações desse santo que podem ser adquiridas. Eu comprei uma pequena, super querida, que custou R$ 25, além de terços feitos de barro por R$ 8. Além de temas religiosos, também há peças que representam situações cotidianas do interior. E outros artigos muito queridos, como uma toalhinha de colocar na bolsa em forma de cachorro (chamada de Canheto) e o jogo das Cinco Marias, com bonequinhas com cabelinho, vestido e carinhas (literalmente, as Marias). A caminhada dura em torno de 1h a 1h30min. É visita obrigatória para quem for à Vila Flores. A recepção é muito simpática e acolhedora. Ah, e para quem for no Filó depois, encontrará os Ceccato por lá, mostrando que a família tem muitos outros dons artísticos. 😉

 

Ateliê L’Arte Ceccato

Onde: Linha Aimoré, Flores, RS

Horários: Atendimento apenas sob agendamento. Ligar para (54) 3447.1261 ou (54) 99919.1118.

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