Carême Café, em Caxias do Sul (RS)

Éclair de chocolate belga. Foto: Kelly Pelisser

Estou muito in love com a querideza desse novo lugar em Caxias do Sul: o Carême Café, que acabou de abrir na região da Estação Férrea. A decoração é linda, com cadeiras vitorianas e antiguidades (que são de um antiquário e estão à venda). Cada detalhe é um amor só: da louça aos talheres. A pegada é de pâtisserie e a estrela principal é o éclair, aquela massinha comprida francesa com recheio. Mas há também sanduíches feitos com baguetes, brusquetas, creme brulée, entre outras opções. O nome da casa é uma homenagem a Marie-Antoine Carême, chef que serviu príncipes, czares e até mesmo Napoleão. Muitos afirmam que ele foi o criador do éclair.

Olha a querideza da decoração do Carême. Foto: Kelly Pelisser

Você senta e faz o pedido nas mesas, mas antes pode ir babar no balcão (ahahah). Há opções doces de éclair e também salgadas, como de caramelo salgado com mascarpone (fiquei curiosa para provar). Cada éclair custa R$ 10,80. A lista de cafés é grandinha, incluindo alguns com métodos de extração diferentes.

Cappuccino italiano e água. Foto: Kelly Pelisser

Eu pedi um éclair de baunilha, outro de chocolate belga 70%, acompanhados de um cappuccino italiano. Eu me apaixonei de cara pela apresentação, pela xícara e pelo jarro de água e copo. Tudo muito amado. Como se não bastasse a delicadeza nos detalhes, ao fundo da embalagem do éclair, tem uma frase bonitinha: “Que o seu dia seja tão prazeroso quanto.” O atendimento também é super cordial. Dos dois éclair mais o café, deu R$ 28,60.

E esses detalhes da xícara e talheres? Foto: Kelly Pelisser

Fiquei com muita vontade de voltar mais vezes para provar éclair salgados e também já estou de olho nas baguetes. Ahah. O lugar é super agradável para um daqueles cafés sem hora para sair de lá.

Éclair de baunilha. Foto: Kelly Pelisser

 

Carême Café

Onde fica: Rua Coronel Flores, 750 – sala 1, na região da antiga Estação Férrea, bairro São Pelegrino, Caxias do Sul, RS

Horários: de segunda a sexta-feira, das 13h às 20h, e aos sábados, das 9h às 17h.

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Pane & Salute Padaria e Café, em Caxias do Sul (RS)

Pastel de bacalhau na Pane & Salute Padaria e Café. Foto: Kelly Pelisser

A Pane & Salute Padaria e Café abriu faz pouco em Caxias do Sul. Sim, é a mesma padaria da Rua Garibaldi (que continua atendendo), mas agora tem também um café, com mesinhas para comer lá na Avenida Julio de Castilhos. Para quem não conhece, eles são especializados em pães artesanais, com fermentação natural – o resgate da panificação tradicional. Contam com várias opções, como pães integrais, baguetes e um pão exclusivo da casa chamado choconocci (com cacau, castanha do Pará, gotas de chocolate e mel), entre outras coisinhas deliciosas.

Na unidade da Julio de Castilhos, dá para comprar pães para levar para casa também, além de provar o cardápio do café, que fica ao lado do espaço da padaria. Dá para experimentar pão na chapa com queijo, tartines (que são torradinhas com várias opções de cobertura), além de doces, como brownie com sorvete. E atenção: tem também pastel de Belém (que eu amo e é bem difícil de achar em Caxias) e pastel de bacalhau (a mesma vibe que o de Belém mas salgado, óbvio). Se você é fã também de cozinha portuguesa, vai gostar. Para beber, há vários tipos de café, sucos e soda italiana, entre outros.

Tem pastel de Belém lá!!! Foto: Kelly Pelisser

Claro que eu experimentei o pastel de Belém e o pastel de bacalhau. Acompanhados de um suco de maracujá, custaram R$ 18 no total. O ambiente é super agradável, morderninho e clean, e o atendimento é feito por garçons nas mesas. No sábado, é bem lotado. Quero muito voltar para provar os tartines, e o brownie (a louca do brownie). Ahahaha. Aprovado e mais uma opção para um lanche caprichado.

 

Pane & Salute Padaria e Café

Onde fica: Avenida Julio de Castilhos, 976, (em frente ao antigo Clube Recreio Guarany), entre as ruas Andrade Neves e Vereador Mário Pezzi, Caxias do Sul, RS

Horários: de segunda a sábado, das 9h às 20h

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Swave – Sorvete em Ondas, em Caxias do Sul (RS)

Sorvete de brownie em ondas ou enrolado. Foto: Kelly Pelisser

Abriu faz pouco um quiosque da SwaveSorvete em Ondas no Shopping San Pelegrino, em Caxias do Sul (RS). Eles fazem aquele sorvete enrolado, em rolo, na chapa fria, ou tailandês, como quiserem chamar. Uma base líquida é misturada ao sabor que você quer dar (uma fruta, um chocolate, etc) em cima de uma chapa gelada, onde é esticada até virar sorvete. Então, com uma espátula, as tiras são enroladas para serem colocadas num pote acompanhadas de decoração como gotas de chocolate ou chantilly.

O pote é um de tamanho único e o preço varia de R$ 10 a R$ 15. Tem de sabores como banana, morango, abacaxi, Prestígio, Bis, entre outros. Eu provei o de brownie, que custa R$ 14. Pedaços de brownie são picados e misturados à base líquida, que é despejada na chapa fria. Essa mistura é revirada várias vezes até que vá gelando. Quando já está virando sorvete, é esticada na chapa para endurecer, para que se formem as ondas quando for retirada com a ajuda da espátula. Dá para escolher colocar calda de chocolate, morango ou caramelo e chantilly por cima. E junto com cada sabor, normalmente, vem algo “de enfeite”. Nessa de brownie, vem com gotas de chocolate. Eu adorei mesmo! Tanto que, no dia seguinte, voltei lá para provar um de abacaxi. Ahaha. Esse custa R$ 10. O esquema é o mesmo: o abacaxi é picado junto com a base líquida e misturado na chapa fria até virar sorvete. Esse vem com confeitos de chocolate por cima. Aprovado. Vou querer provar outros.

 

Swave – Sorvete em Ondas

Onde fica: Shopping San Pelegrino, 1º andar, num quiosque próximo à loja de airsoft, Caxias do Sul (RS)

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Receitas saudáveis das oficinas da cozinha funcional da nutricionista Keli Vicenzi, em Caxias do Sul (RS)

Nutricionista Keli Vicenzi montou a 908 Cozinha Funcional no seu consultório. Foto: Luis Henrique, divulgação

Eu adorei o lugar e a ideia: a nutricionista Keli Vicenzi, de Caxias do Sul (RS), montou uma cozinha funcional dentro do seu consultório para ensinar receitinhas saudáveis. As oficinas são realizadas à noite em dias de semana ou em sábados durante o dia, com a participação de chefs ou outros profissionais. Os encontros funcionam como grandes trocas, onde além de cinco ou seis receitas, os participantes podem tirar dúvidas à vontade sobre nutrição e alimentação. Ah, e as oficinas são abertas a todos, não só a quem é paciente.

A Keli é nutricionista clínica e também professora universitária (ela coordena o curso de Nutrição da Faculdade Cenecista, em Bento Gonçalves) e diz que, desde o início da formação, tinha esse sonho de montar a cozinha. Já que, nem sempre o paciente entende exatamente qual a quantidade de uma colher ou xícara de um determinado produto. Ela também quer desmistificar alguns conceitos errados que as pessoas têm, como que se alimentar bem é complicado, difícil ou não é gostoso de verdade. Com a cozinha, ela consegue mostrar isso na prática e acabar com todas essas desculpas.

As oficinas têm sempre alguma temática, como sobremesas, marmitas ou comida vegana. A próxima será sobre comidas natalinas saudáveis. A ideia é, no futuro, também oferecer cursos direcionados a nutricionistas e realizar trabalhos individualizados com pacientes.

Eu participei de uma oficina para convidados na cozinha da Keli com o chef Gustavo Bonfiglio. Aprendemos duas receitas, um kibe vegetariano (feito com abóbora) e um ceviche com peixe de água de rio, um Saint Peter. O Gustavo é chef da rede de hotéis Dall’Onder e professor de Gastronomia. Enquanto ele prepara o prato, os participantes acompanham atentos e fazem perguntas, tanto ao chef, quanto à nutricionista, que vai explicando o porquê das escolhas (o peixe de rio no ceviche, por exemplo, é porque a contaminação com metais pesados não é tão presente como nos peixes de mar, comumente utilizados em ceviches). No final, recebemos as receitas por escrito. Eu amei o kibe de abóbora. Achei bem melhor do que o tradicional, de carne. E as duas receitas são super simples de preparar. Bem como a Keli falou: comer saudável é simples. A gente que acha complicado. Por isso, eu achei demais a ideia dessa cozinha. Abaixo, listo as próximas oficinas e também dou as receitas dos dois pratos que aprendi.

 

908 Cozinha Funcional, da nutricionista Keli Vicenzi

Onde fica: Avenida Itália, 277, sala 908, Edifício Platinum, bairro São Pelegrino, Caxias do Sul (RS)

Mais informações: pelo fone (54) 3538.3929 pelo WhatsApp (54) 98403.3279 ou pelo e-mail: Kelivicenzi.nutri@gmail.com

Facebookhttps://www.facebook.com/KeliVicenziNutricionista/

 

Próxima oficina

PREPARANDO SUA CEIA – MENU COMPLETO  PARA O SEU NATAL SAUDÁVEL
Quando: sábado, dia 09/12
Horário: das 8h30min às 12h
Valor: R$ 170 à vista ou 2x de R$ 90 (cheque ou cartão).

 

Receitas:

 

Ceviche de peixe branco. Foto: Kelly Pelisser

CEVICHE DE PEIXE BRANCO

Ingredientes (para quatro pessoas)

600g de Saint Peter ou robalo (o Saint Peter é uma escolha mais saudável)

500 ml de suco de limão

Pimenta dedo de moça a gosto

1 cebola roxa

Coentro a gosto

Sal

1 colher de chá de gengibre

Pimenta do reino

Azeite

Qual peixe usar? Deve-se usar peixes brancos, como robalo, linguado, badejo, namorado e etc.

Depois de limpo, corte o filé do peixe em cubos médios. É importante não cortar muito pequeno e nem muito grande. Coloque em um recipiente o peixe cortado, e por baixo um outro recipiente com gelo para manter a temperatura sempre baixa, e não alterar a textura do peixe.

Corte a cebola em juliene, ou seja, tiras bem finas. Retire as sementes da pimenta dedo de moça e corte em cubos bem pequenos, assim como o gengibre, e o coentro. Junte todos os ingredientes ao peixe já cortado.

Adicione o suco de limão a mistura, o azeite a gosto, e tempere com sal e pimenta. Sirva imediatamente bem gelado.

A essa mesma receita, pode-se adicionar outros frutos do mar como polvo, camarões e mariscos

 

Quibe de abóbora. Foto: Kelly Pelisser

QUIBE DE ABÓBORA

Ingredientes

3 e 1/2 xícaras (de chá) de abóbora cabotiá picada em pedacinhos

1 xícara (de chá) de trigo para quibe

1 e 1/2 xícara (de chá) de água quente

3 dentes de alho grandes picados

3 colheres (de sopa) de óleo vegetal

1/2 cebola grande picada

1/4 de xícara (de chá) de azeite

1 xícara (de chá) de cheiro verde picado

Pimenta do reino a gosto

Sal a gosto

Modo de preparo

Coloque o trigo para quibe em uma vasilha e jogue sobre ele a água quente, deixe descansando até hidratar, o que vai levar cerca de 15 minutos. Vai estar pronto quando toda a água secar. Quando você usa os ingredientes nesta proporção não precisa escorrer. Pré-aqueça o forno a 210ºC. Refogue a abóbora como preferir, você pode deixar ela com casca (desde que lave bem e ela seja, de preferência, orgânica) ou sem. Eu costumo refogar do jeito abaixo: Em uma panela antiaderente, refogue no óleo vegetal, o alho e a cebola picados até darem uma leve douradinha, coloque a abóbora picada em pedaços pequenos (cerca de 1cm de grossura e 3cmx3cm) e tempere com sal a gosto. Tampe e deixe cozinhando, mexendo de vez em quando para não queimar. Se sua

panela grudar, coloque um pouco de água (não coloque muito porque pode atrapalhar na liga do quibe). Espete o garfo de vez em quando para ver se os pedaços estão macios (quanto mais macios melhor, se quiser dê uma amassadinha com o garfo). Quando estiverem no ponto, tempere com pimenta do reino a gosto, adicione o azeite, o cheiro verde picado e desligue. Nesta altura, o trigo já vai estar hidratado. Adicione-o à mistura da abóbora e misture bem, até virar uma massa uniforme. Tempere com mais sal caso julgar necessário. Coloque a mistura em uma assadeira de tamanho médio (a minha tinha cerca de 25cmx20cm), e asse no forno já pré-aquecido por 30 minutos ou até dourar levemente. Espere esfriar por 10 minutos antes de servir, e se quiser, regue com azeite. Ou coloque gotas de limão. Está pronto!