Black Gastropub, em Caxias do Sul (RS)

Black Gastropub reúne amigos para happy hour de terça a domingo em Caxias. Foto: Kelly Pelisser

Conheci o Black Gastropub, de Caxias do Sul (RS). O espaço funciona junto ao Posto Onzi, na Perimetral Sul, no bairro São Leopoldo, e atende de terças a domingos à noite. O lugar oferece pizzas, burgers e petiscos no cardápio, além de chopp artesanal e drinks. É um espaço bacana para jantar com a família ou para o happy hour com os amigos. Além de abrir aos domingos, outra vantagem do lugar é que tem estacionamento próprio. Aos sábados, o Black tem sempre um show ao vivo, de estilos variados, como MPB, rock, sertanejo. Não há cobrança de couvert. Mesmo nesses dias, o cliente paga apenas o que consumir.

Black Bacon é muuuuito bom! Foto: Kelly Pelisser

O lugar tem um clima entre um pub e um restaurante. O cardápio conta com burgers, que variam de R$ 20 a R$ 28 e vem acompanhados de uma porção de fritas onduladas. Tem burger de carne de panela, de bacon e frango, entre as opções. As pizzas tem a massa feita no próprio Black, de forma artesanal. São naquele estilo quadradas. As opções são pizza do chef, quatro queijos, peperoni, morango moreno e chocolate branco e preto. Também tem duas bem diferentes: de charque e de carne de panela. As doces saem por R$ 18. Já as salgadas custam de R$ 23 a R$ 35. O cardápio conta ainda com entrecot ao chimichurri, por R$ 43. E mais sanduíche de entrecot (R$ 19) e choripan (R$ 16). Os estilos de chopp variam, como weiss, pilsen e IPA e custam de R$ 8 a R$ 18, dependendo do tipo e do tamanho. Além disso, eles têm drinks como Aperol e piña colada.

Pizza Do Chef. As pizzas têm massa artesanal feita na própria casa. Foto: Kelly Pelisser

Eu resolvi pedir os clássicos da casa. Fui de Black Bacon, um hambúrguer de bacon com pão australiano, maionese de gorgonzola, alface americana, burger de 200 gramas, queijo mozzarela, prato e cheddar, tiras de bacon, tomate e cebola caramelizada. O prato é acompanhado por maionese de gorgonzola e batatas fritas onduladas. E é gigante. Hehe. O bacon é triturado, o que facilita para comer e dá um sabor todo especial ao hambúrguer. E é bom, gente! Bom mesmo! Ótima pedida e super bem servido. Custa R$ 28 e vale cada centavo.

Provei ainda outra exclusividade da cada, a pizza Do Chef. A massa é artesanal e feita na casa, coberta com queijo mozzarela, provolone, cogumelos defumados e tomate cereja. Acompanha a pizza maionese branca ou verde. Ela sai por R$ 30. E é bem grande. Dá tranquilamente para duas pessoas. A pizza é bem macia e super gostosa!  Cardápio super aprovado!

Casa tem shows ao vivo nos sábados. Foto: Kelly Pelisser

O gastropub está completando um ano nesse mês de novembro  e sempre conta com promoções. Um delas, válida para qualquer dia, é que, se você postar uma foto e marcar as redes sociais do lugar, ganha 10% de desconto. É só apresentar o post no caixa na hora de pagar.

Eu fui num sábado, noite de show. É um dia movimentado na casa, assim como as sextas-feiras. As mesas estavam ocupadas por casais e famílias, principalmente. Já no balcão no bar se concentrava o pessoal que foi tomar um choppinho. O lugar tem comida boa e é uma ótima opção para jantar num ambiente sem frescura e descontraído (até em domingos – já que pouca coisa abre nesse dia), ou reunir os amigos para o happpy hour pós-trabalho.

 

 

Black Gastropub, em Caxias do Sul (RS)

Onde fica: Avenida Perimetral Bruno Segalla, 1308, bairro São Leopoldo, junto ao Posto Onzi, Caxias do Sul (RS)

Horários: de terça a sábado das 17h30min às 23h45min e domingos, das 16h às 22h30min

Mais: Facebook do Black Gastropub e Instagram do Black Gastropub

Roteiro Cela da Cave da Courmayeur Espumantes e Vinhos, em Garibaldi (RS)

Parte industrial da Vinícola Courmayeur. Foto: Kelly Pelisser

A Courmayeur Espumantes e Vinhos, de Garibaldi (RS), me convidou para conhecer o novo roteiro enoturístico deles chamado Cela da Cave. O passeio foi pensado a partir da cave subterrânea da vinícola, onde estão guardados os vinhos antigos e que parece uma cela. A ideia é conhecer a empresa e refletir sobre a liberdade e nossas prisões (incluindo aqui, as prisões mentais). O roteiro inclui cinco paradas pela vinícola e, em cada uma, um rótulo de vinho ou espumante é degustado. A Courmayeur fica na linha Garibaldina, entre Garibaldi e Bento Gonçalves, próximo ao Vale dos Vinhedos. Um dos acessos é pela BR-470, por uma estrada asfaltada. Outro é pelo próprio Vale dos Vinhedos.

Uma das paradas é em um flamboyant lindo! Foto: Kelly Pelisser

A primeira parada do passeio é num ponto ao ar livre, com um pergolado e vista para o entorno. Depois, a visita para em um jardim com um flamboyant (árvore) lindo! Na sequência, o visitante conhece os tanques onde são produzidos os vinhos. Então, chega a parte mais importante do passeio, entrar na cave que parece uma cela. Lá, estão vinhos bem antigos. O ambiente parece aquelas prisões de filmes de época. Hehehe. Ali é o provado o vinho mais singular da Courmayeur, um lambrusco! É um vinho frisante tinto, comum na Itália. No Brasil, possivelmente a Courmayeur seja a única empresa a produzi-lo. O último ponto de parada é o varejo da vinícola. Em cada lugar por onde o passeio passa estão placas com frases de pensadores famosos sobre liberdade.

A cela onde os vinhos estão aprisionados na cave. Foto: Kelly Pelisser

O passeio dura em torno de 50 minutos e pode ser feito nas sextas, sábados e domingos, às 11h ou 15h. Mas é necessário agendamento prévio. Em outros dias, se houver um grupo, também é possível negociar com a vinícola o passeio. O valor é R$ 35 por pessoa, incluindo uma taça linda que o visitante pode levar para casa.

Bistrô La Fermata, junto à Courmayeur. Foto: Kelly Pelisser

 

A loja da vinícola funciona de segunda a domingo, inclusive feriados, das 9h30min às 17h. Ah, a vinícola fica num ambiente de zona rural, mas não há vinhedos ali ao lado. A produção de uvas própria da Courmayeur fica em outra localidade de Garibaldi. Junto ao varejo da vinícola, fica o Bistrô La Fermata, um lugar lindo, com paredes de vidro, super iluminado e aconchegante, onde é possível fazer refeições aos sábados e domingos, das 10h30min às 17h. O bistrô oferece um cardápio com lanches, opções para almoço, sobremesas, drinks e, claro, os vinhos da casa. O menu conta com petiscos, tábuas de frios, sanduíches, pizzas (incluindo de copa e figo, e ragu de ossobuco e rúcula), escondidinhos, brusquetas, opções para almoço de criança, além de brownie, petit gateau e tortas. Os sanduíches saem por até R$ 20, as pizzas custam R$ 42 e os escondidinhos de R$ 25 a R$ 28. As sobremesas custam entre R$ 15 e R$ 20. O bistrô também recebe eventos à noite, incluindo casamentos e formaturas. Nós almoçamos lá algumas opções que não estão no cardápio habitual, mas que são servidas em eventos: uma salada de folhas com presunto de parma, figo e redução de balsâmico e mel, polenta cremosa com provolone, ragu de ossobuco ao vinho tinto e, de sobremesa, gateau La Fermata com doce de leite e nozes. Tudo muito maravilhoso!

Em cada ponto, são degustados vinhos diferentes. Foto: Kelly Pelisser

A vinícola tem uma vibe muito boa, com muito verde, passarinhos cantando no entorno, é de super fácil acesso. A Courmayeur é um lugar encantador e que vale a pena conhecer!

Courmayeur Espumantes e Vinhos

Onde fica: Avenida  Garibaldina, 32, acesso secundário ao Vale dos Vinhedos, Garibaldi (RS). Uma das entradas é pela BR-470, já em direção a Bento Gonçalves. A outra é pelo Vale dos Vinhedos mesmo. A estrada é asfaltada.
Quando: o roteiro Cave da Cela recebe visitantes nas sextas, sábados e domingos, às 11h e às 15h, mas necessário reserva antecipada. A duração do passeio é de aproximadamente 50 minutos. É possível realizar a visita em feriados, com agendamento prévio.
Quanto: R$ 35, incluindo a taça personalizada e a degustação de cinco rótulos
Outras informações e reservas: pelo telefone (54) 3463.8517, pelo e-mail turismo@courmayeur.com.br ou no site www.courmayeur.com.br/contato

 

 

Capadócia Culinária Turca, em Caxias do Sul (RS)

Kebab no pão de falafel com kibe. Foto: Kelly Pelisser

O primeiro restaurante com a gastronomia da Turquia inaugurou em Caxias do Sul (RS). Localizado na Rua Tronca, o Capadócia Culinária Turca oferece kebabs no prato e no pão e outros pratos não tão conhecidos na Serra gaúcha como pidé e lahmajun. A casa é comandada por turcos legítimos. O atendimento no local é de terça a domingo para almoço e jantar. Há também a opção de delivery, com entrega nos mesmos dias, mas aí direto, das 11h até 22h. Se a opção for comer por lá, o ambiente é bem simples, estilo lanchonete, e o atendimento é caprichado. A decoração do lugar inclui um quadro com uma imagem de Istambul e dos balões da Capadócia.

O cardápio é o mesmo em todos os horários, e inclui pidé (uma massa com recheio, algo próximo a uma pizza turca), lahmajun (também uma massa, mas fininha e crocante com cobertura), kebab no prato e no pão, pizzas e burgers (com pão turco). Para entradinha, há opções como pastas de homus (base de grão de bico), babaganush (base de beringela) e coalhada com pão artesanal, batata capadócia (estilo batata rústica), salada de grão de bico, salada de feijão e kibe frito. Há ainda sopas no cardápio. E, claro, sobremesas, baklava (uma das mais conhecidas do país, um folhado recheado com nozes e calda de açúcar), sutlaj (um pudim de arroz doce), doce de semolina e sekerpare (doce de farinha e calda de açucar com coco). As bebidas também são turcas: sherbet (um chá gelado com frutas secas, hibisco, uva passa, canela e ácido cítrico), limonada turca, chá turco (chá preto) e café turco (preparado com o grão moído muito fino, que fica depositado no fundo).

Ambiente informal e com quaro com balões da Capadócia. Foto: Kelly Pelisser

Os preços são bem em conta e variam de R$ 9,90 a R$ 21,90 para as opções de pratos principais. O kebab no pão custa R$ 17,90 e vem nas opções frango, falafel (bolinho de grão de bico), kafta (bolinho de carne moída), carne, sujuk (linguiça bovina artesanal da Turquia, feita lá no restaurante mesmo) e vegetariano (mix de cogumelos, pimentão, cebola e tomate). O kebab no prato está disponível nos mesmos sabores e custa R$ 21,90. Aí é uma espécie de alaminuta da Turquia: além do kebab, vem junto arroz, batata, salada e pão artesanal. O lahmajun pode ser de carne ou queijo ou misto (com os dois sabores). Os pidés também são nas opções carne, queijo, frango, vegetariano, sujuk (linguiça) e carne premium. Eles podem ser de 25 cm (R$ 9,90 ou R$ 11,90) ou de 45 cm (R$ 15,90 ou R$ 17,90). Há a opção de pedir seis pidés de 25 cm, de um sabor de cada, por R$ 39,90. As sobremesas custam de R$ 4,90 a R$ 9,90. E as bebidas, R$ 4,90 cada uma. O restaurante oferece ainda as opções de combos, com lahmajun, pidé ou kebab, acompanhados de salada, kibe ou batata e uma bebida, por preços de R$ 19,90 a R$ 25,90, dependendo do prato escolhido.

Baklava, sobremesa turca. Foto: Kelly Pelisser

Eu fui almoçar lá e resolvi experimentar o combo de pidé. Escolhi o de sujuk (linguiça turca), acompanhado de salada, batata e de sherbet (chá gelado de frutas secas, hibisco, uva passa e canela). O prato chegou rapidinho e é uma gostoso. Lembra uma pizza, embora a massa seja mais crocante e diferente. A linguiça não é forte. Eu amei o chá. O garçom foi bem solícito e explicou tudo direitinho, inclusive que o chá gelado deles não é servido tão gelado assim (só frio), mas que eu poderia pedir gelo, se quisesse. O garçom também explicou que eles oferecem talheres, mas que a tradição na Turquia é comer com a mão, para que se tenha uma conexão maior com o alimento. O meu combo sai por R$ 25,90. E foi mais do que suficiente para o almoço. Tudo bem delicioso.

Gostei tanto que voltei para almoçar no dia seguinte. Minha escolha foi outro combo, de kebab no pão, com kibe e bebida (aí escolhi a limonada turca). O kebab, eu peguei o de falafel (de bolinho de grão de bico). O kebab estava muito gostoso mesmo! O kibe frito também é uma delícia, bem crocante! Tudo bem temperadinho! Esse combo sai por R$ 25,90. Ainda curiosa pela culinária turca, pedi também uma sobremesa, a mais clássica, a baklava, o folhado de nozes. Ele custa R$ 9,90 e vieram três pedacinhos.  Não é algo tão doce, mas é bom, sim.

Pidé de sujuk com salada e batata da capadócia. Foto: Kelly Pelisser

Para quem nunca comeu comida turca e tem medo de temperos estranhos ou muita pimenta, pode ficar sossegado. Tudo é bem tranquilo para o paladar de um brasileiro. Tudo é muito gostoso e bem temperado, mas não tem pimenta ou temperos fortes.

Eu já estou querendo voltar para provar todos os pratos do cardápio. Ahaha. Eu nunca fui para Turquia, mas quando eu morava na Europa, várias Capitais tinham muitos restaurantes de comida turca pelas ruas, ou de kebab (que é servido em vários países, não só na Turquia) e eles eram bem parecidos com esse de Caxias, um ambiente informal, com comida descomplicada, mas gostosa e com precinho camarada. O restaurante é uma excelente oportunidade de viajar nos sabores da Turquia, sem sair de Caxias. Recomendo demais a visita (ou o pedido de tele!).

 

 

 

Capadócia Culinária Turca

Onde fica: Rua Tronca, 2807 (entre as ruas Marechal Floriano e Garibaldi), em Caxias do Sul (RS)

Horários: de terça a domingo, das 11h às 14h30min e das 18h às 22h. Já a tele é direto, das 11h às 22h, nos mesmo dias.

Mais: Facebook do Capadócia Culinária Turca

Parque de águas termais Caldas de Prata e outros atrativos de Nova Prata (RS)

A convite do Festival Internacional de Folclore de Nova Prata, conheci alguns dos atrativos da cidade da Serra gaúcha. Nova Prata (RS) é uma gracinha e vale muito a visita! Durante o período do festival, o clima fica ainda mais incrível no lugar, com a presença de grupos de danças folclóricas de várias partes do mundo. Mas, em qualquer época do ano, se pode conhecer todas as atrações listadas abaixo. Eu amei o passeio e recomendo cada um desses cantinhos!

 

Parque de Águas Termais Caldas de Prata

E essa vibe das piscinas externas? Foto: Kelly Pelisser

Acho que o atrativo mais famoso de Nova Prata é o Parque de Águas Termais Caldas de Prata. E ele é realmente fantástico! Aquele lugar tem uma magia, uma energia especial, já que as piscinas externas ficam bem no meio da natureza. Ali do ladinho, passa o Rio da Prata e há uma cascata linda, onde as águas correm com força, a Cascata da Usina. Antes da entrada no parque, há um mirante onde se avista a cascata e que rende lindas fotos. Lá dentro do parque, é possível fazer uma pequena caminhada e chegar até a margem oposta da queda d’água. Por ali, o visitante passa entre paredões de pedra que se separaram, com formações rochosas únicas e uma energia diferente! O parque tem também uma pinguela, que leva ao outro lado do rio, na parte de cima da cascata, onde se pode fazer uma trilha de cerca de 50 minutos por entre a mata.

Cascata vista do mirante. Foto: Kelly Pelisser

O parque conta com duas piscinas externas grandes, com um visual incrível. Uma delas é mais rasa e a outra um pouco mais funda. Ali ao lado, também há cadeiras e espreguiçadeiras para descansar ou tomar sol observando a natureza. Num espaço próximo à entrada do parque ficam as piscinas cobertas. São cinco, no total: duas infantis, duas mais rasas e uma funda. Em duas delas, há cachoeiras artificiais. A água das piscinas internas e externas é a mesma, termal, que sai da fonte a 41°C. Mas, claro, como estamos na Serra gaúcha, nem sempre é agradável ficar nas piscinas externas em dias fresquinhos, mesmo se tiver sol. Mas as piscinas cobertas são sempre quentinhas. Se der fome, o parque conta com um restaurante que serve almoço no sistema de buffet a quilo.

Natureza e paredões de pedra que se separaram há milhares de anos formam passagens. Foto: Kelly Pelisser

A entrada no parque custa R$ 8 para maiores de oito anos e adultos. Entre 4 e 7 anos, se paga R$ 4. Já o acesso nas piscinas sai por R$ 28 para adultos e crianças de mais de oito anos. Entre 4 e 7 anos, se paga R$ 15. Se você pagar para entrar nas piscinas, ganha uma pulserinha de controle de acesso. O parque tem vestiários e banheiros juntos às piscinas cobertas. Se você precisar de cadeados para armários para guardar seus pertences, pagará um valor à parte. Nessa época do ano, o parque funciona nas sextas, sábado e domingos, das 8h30min às 18h. Não há hospedagem no local. Ali perto, tem algumas pousadas em cabanas, ou a outra opção é ficar em um hotel no centro de Nova Prata. O parque está localizado a cerca de 14 quilômetros da área central. A estrada era de paralelepípedos e será asfaltada, mas está em obras nesse momento.

Piscinas cobertas para qualquer tempo. Foto: Kelly Pelisser

O lugar é realmente encantador e vale a visita! Eu me apaixonei pela vista das piscinas externas, ao lado do rio e dos paredões de pedra! Para quem me conhece, sabe que água e natureza são minhas paixões e, ali, no Caldas de Prata, você encontra tudo isso! É uma energia muito boa! ❤

Pinguela leva à trilha do outro lado do rio. Foto: Kelly Pelisser

Onde fica: Linha 15 de Novembro, Nova Prata, RS

Horários: sextas, sábado e domingos, das 8h30min às 18h

Mais informações: site do Caldas de Prata e Facebook do Caldas de Prata

 

Igreja de basalto São Peregrino

Igreja em basalto São Peregrino. Foto: Kelly Pelisser

Nova Prata é a capital do basalto e conta com diversas pedreiras de extração desse tipo de rocha. Então, uma parada obrigatória na cidade é conhecer a Igreja de São Peregrino, totalmente feita de basalto. A construção é recente, do final dos anos 1990, início dos 2000. Ela levou onze anos para ficar pronta e tem 16 mil pedras. Lá dentro, há uma imagem de São Peregrino também esculpida em basalto, em uma pedra inteira. A mesa do altar, do púlpito e detalhes que ornam a base da imagem do santo são de um tipo de basalto rosa que foi polido, semelhante a um mármore.

Imagem de São Peregrino em basalto. Foto: Kelly Pelisser

Onde fica: Rua Brasil, 433, bairro São Pelegrino, Nova Prata (RS)

 

Casa polonesa 

Casa polonesa é residência particular. Foto: Kelly Pelisser

A casa polonesa é uma residência particular próxima ao centro de Nova Prata. Ela foi construída há cerca de 30 anos, a partir de fotografias de uma foto de uma casa na região das montanhas da Polônia. Uma curiosidade é que a construção da residência de madeira não utilizou pregos, apenas encaixes. Ela é linda e cheio de símbolos! Reparem que a caixa de correio também tem inscrição em polonês. Como é uma casa particular, normalmente, é possível visitar apenas a área externa. O proprietário é André Hamerski, homenageado do Festival Internacional de Folclore de Nova Prata desse ano por ser um grande incentivador da cultura polonesa. Apesar de a cidade ter contado com uma imigração em massa de italianos, houve um núcleo polonês que se instalou em Nova Prata.

Correio escrito em polonês. Foto: Kelly Pelisser

Onde fica: Rua Flores da Cunha, 130, Nova Prata (RS)

 

Praça da Bandeira (praça central)

Árvores centenárias lindas na praça central. Foto: Kelly Pelisser

Acho que a visita a toda cidade deve incluir um passeio por sua praça central. Assim também é em Nova Prata, com sua Praça da Bandeira. A praça tem árvores centenárias, gigantes e lindas! Eu me encantei muito por elas e olha que vi no fim do inverno, quando estão secas. Me disseram que na primavera ficam cobertas de flores. Deve ser uma visão incrível! A praça conta com parquinho para crianças, bancos e monumentos com figuras em basalto. É um lugar muito agradável para passar o fim de tarde. No entorno, há várias casas comerciais e alguns prédios antigos, como o do Grêmio Pratense. Dá uma paz sentar num dos bancos e ficar vendo a vida passar!

Onde fica: Avenida Presidente Vargas, 807, Centro, Nova Prata (RS)

 

Canto Flora

Canto Flora tem grande variedade de suculentas e outras plantas. Foto: Kelly Pelisser

Para quem passa na frente, parece que a Canto Flora é só uma floricultura que funciona em um casa. Mas, adentrando o lugar, percebe-se que é muito mais do que isso. Tanto que eles se definem como um espaço de biodiversidade. A cada cômodo da casa dos anos 1940, o visitante se depara com mais e mais espécies de plantas. Tem muitas suculentas, muitas orquídeas, diversas plantas comestíveis, ou que servem de chá ou de remédio. Um pouco de tudo o visitante encontra nesse espaço colorido, verde e florido bem na área urbana de Nova Prata. Há plantas conhecidas e pouco comuns. E também caixas de abelhas nativas sem ferrão. O lugar vende ainda pastinhas e geleias, feitas de frutas e flores, como de açaí juçara e camélia, produzidas em Nova Prata mesmo. A Canto Flora oferece um opção de passeio, sob agendamento, onde o visitante conhece a casa, tem explicações sobre as plantas e degusta duas das pastinhas. O valor da experiência é R$ 10 por pessoa. O lugar é super bonitinho e vale a visita.

Lugar é recanto de biodiversidade no centro de Nova Prata. Foto: Kelly Pelisser

Onde fica: Rua Flores da Cunha 168, Centro, Nova Prata (RS)

Horários: segunda a sábado, das 9h às 12h e das 13h30min às 18h

Mais: Facebook do Canto Flora

 

La Parola Pizzeria

Decoração da La Parola é inspirada na Itália. Foto: Kelly Pelisser

Jantamos na La Parola Pizzeria, uma pizzaria ao estilo italiano super legal. A decoração do lugar encanta. Cada cantinho retrata uma região da Itália: tem Roma e o Coliseu num lado, tem Veneza e as gôndolas do outro. Até o banheiro é temático, lembrando a máfia italiana. No corredor que leva até lá, tem uma homenagem à Fontana Di Trevi, mas com uma fonte com rolhas, em que os clientes são convidados a jogar uma delas e fazer um pedido (a exemplo do que ocorre com moedas na famosa fonte localizada em Roma). Das mesas, é possível ver os pizzaiolos preparando as pizzas, através de um vidro, onde se vê também o forno.

Dá para ver o pessoal fazendo as pizzas. Foto: Kelly Pelisser

As pizzas têm sabores diferentes e são bem no estilo italiano. Tem opção individual e uma maior, para dividir. Provamos várias pizzas: de cordeiro com pesto de hortelã, mel e nozes; de carne de panela com cebola caramelizada; de alcachofra com molho pesto, gorgonzola e damasco; de alcachofra, pesto e presunto parma, além de uma doce, com gemada. As pizzas do à la carte são servidas todas as noites, de quarta a domingo, e custam de R$ 39 a R$ 98, dependendo do tamanho e sabor. Há a opção de rodízio de quarta a domingo, menos no sábado, com sabores mais simples. Nas quartas, quintas e domingos, o valor por adulto é de R$ 29,90. Já na sexta, é de R$ 37,90. No sábado, há apenas a opção de à la carte. O lugar é uma  gracinha e as pizzas são bem deliciosas! Tem um clima bem Itália ou de restaurantes de locais turísticos. É daqueles lugares que tem que conhecer quando passar por Nova Prata!

Pizzas têm sabores diferentes, com alcachofra. Foto: Kelly Pelisser

Onde fica: Rua Buarque de Macedo, 1177, bairro São Cristovão, Nova Prata (RS)

Horários: de quarta a domingo, das 17h às 23h.

Mais: Facebook do La Parola Pizzeria

 

 

Nova Prata vale a visita. Foto: Kelly Pelisser

Festival Internacional de Folclore de Nova Prata (RS)

Eu sempre tinha ouvido falar muito bem do Festival Internacional de Folclore de Nova Prata (RS), mas só nesse ano consegui acompanhar o evento. E posso dizer: é ainda mais encantador do que eu imaginava! Viajei à Nova Prata a convite da organização do festival, que nos apresentou um pouco das belezas da cidades, além de nos permitir acompanhar as apresentações de sábado, considerada a noite de gala do evento.

Rússia. Foto: Fabiane Marchesini, divulgação

Nesse ano de 2019, o Festival de Folclore de Nova Prata teve cinco dias, de quarta a domingo, entre 11 e 15 de setembro. O evento existe há 20 anos e essa foi sua 15ª edição. A organização é do grupo de dança de Nova Prata Bailado Gaúcho. Nos últimos tempos, a festa tem sido anual, sempre por essa época. Ao todo, 12 países, incluindo o Brasil, se apresentaram nessa edição. A grande novidade é que pela primeira vez Nova Prata abrigou um Campeonato oficial da FIDAF, a Federação de Festivais Internacionais de Dança Folclóricas. Seis países participaram da competição e se apresentaram todas as noites, cada vez com figurinos e coreografias diferentes. Mas, em três noites, de sexta a domingo, é que as coreografias valiam notas do juri técnico e do público para definir os campões. O público podia votar por meio de um aplicativo para celular até uma hora após o encerramento de cada uma das apresentações. A competição envolvia seis países: Romênia, Rússia, Filipinas, México, Eslováquia e Bulgária. Já outros cinco países eram convidados e fizeram apresentações fora da competição, cada um em um dia do festival: Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai e Colômbia. A cada noite, o Bailado Gaúcho, grupo que organiza o evento, abre a programação e realiza também um outro número, diferente a cada dia, no palco. A apresentação de abertura deles foi linda, onde bailarinos sentados em meio ao público começavam a dançar e subiam no palco, seguindo a linha do tema do festival nesse ano “Todo artista tem de ir aonde o povo está”.

Búlgária. Foto: Fabiane Marchesini, divulgação

Depois de apresentações de grupos locais de Nova Prata, começa o show dos competidores. Todos são incríveis! Com figurinos coloridos e impecáveis, maquiagem apurada, e giros, piruetas e passos que contam um pouco da história desses países. É de tirar o fôlego. Cada grupo tem oito minutos para realizar sua apresentação. Nesse tempo, entram em cena diversos quadros em sequência, que conversam entre si. Nesse ano, vários países tinham traços em comum, por serem do leste europeu, mas, mesmo nesses, se percebem as características únicas de cada local. Embora eu tenha gostado muito de todos, os meus três preferidos foram os que ganharam os principais prêmios ao final da última noite, no domingo. A Rússia (State Dance Ensemble), multicolorida, acrobática e alegre, foi a campeã do voto popular (o que não foi surpresa, porque o povo de Nova Prata sempre manifestou seu amor pelos russos) e também levou uma menção honrosa do juri. Já no juri técnico, o México (Companhia Titular de Dança Folclórica da Universidade Autônoma de Nuevo León) levou o segundo lugar (com seu ritmo latino alegre, saias cheias de babados, apresentaram uma dança no sábado com homens com facões e mulheres com copos de água na cabeça). O grande vencedor do juri técnico foi as Filipinas (Companhia Nacional de Danças Folclóricas Bayanihan), que, no sábado, trouxe um ritmo forte, marcado, preciso, mas também delicado. A melhor música e melhor figurino ficaram para o Conjunto Folclórico Nacional da Transilvânia, da Romênia. A Bulgária (Folk Dance Ensemble “Sofia-6”) venceu como melhor coreografia. Já o prêmio especial do júri foi para a Eslováquia (Folklore Ensemble Jurosík).

Eslováquia. Foto: Fabiane Marchesini, divulgação

O ginásio do bairro Santa Cruz, onde ocorrem as apresentações, tem 1,8 mil lugares e lota sempre! Os ingressos são super acessíveis. Em 2019, custavam de R$ 8 a R$ 16 para as arquibancadas, e de R$ 12 a R$ 20 para as cadeiras. Mas é bom, especialmente para a noite de sábado, comprar com bastante antecedência, assim que for lançada a venda.

Romênia. Foto: Fabiane Marchesini, divulgação

O festival não se limita ao ginásio das apresentações à noite. Toda a cidade, durante todo o dia, vive o evento. Atividades paralelas são realizadas na praça central, a Feira do Livro e a Feira de Gastronomia, onde restaurantes da cidade trazem seu cardápio tradicional, além de pratos preparados especialmente para o festival. Circulando por lá, era possível comer sushi, tacos, burritos, donuts, burgers, pizzas, sorvete tailandês e bolinho de erva-mate, entre outras opções. Ali, junto aos restaurantes, também fica um palco onde talentos locais se apresentam. E, do ladinho, no prédio do Grêmio Pratense, estava acontecendo uma Feira de Artesanato, com trabalhos de artistas da região. No domingo pela manhã, foi realizada uma cerimônia ecumênica, com todos os grupos internacionais, para celebrar a paz.

Filipinas. Foto: Fabiane Marchesini, divulgação

O clima na cidade é muito gostoso durante o festival. Nova Prata se transforma. São 300 artistas envolvidos nos espetáculos. Uma boa parte deles fala idiomas que a maioria da população não conhece, mas isso não impede a confraternização e a curiosidade por aquela gente que veio de tanto longe para mostrar sua arte em Nova Prata. A cidade fica com um jeito cosmopolita, globalizado e mágico. É impossível ver as apresentações e não querer voltar no próximo ano! Afinal, a arte é uma linguagem universal.

México. Foto: Fabiane Marchesini, divulgação

Sítio Crescer, em Garibaldi (RS)

Casa do Sítio Crescer: nos dois andares superiores ficam os quartos. No térreo, está o refeitório e cozinhas coletivos. Foto: Kelly Pelisser

Fiquei hospedada num lugar abençoado pela natureza e cheio de energia, o Sítio Crescer, em Garibaldi (RS). É um sítio que produz hortaliças e temperos orgânicos e também conta com hospedagem, no formato de hostel (com camas em quartos compartilhados) e algumas opções de quartos para casal privativos. Tem super cara de interior, mas fica muito pertinho da cidade, a cerca de cinco quilômetros do Centro de Garibaldi. Como também é bem próximo ao Vale dos Vinhedos, é ponto de parada para muitos turistas que estão conhecendo a Serra gaúcha, mas eu mais do que recomendo tirar um dia para aproveitar a calmaria lá do sítio mesmo.

O Sítio Crescer tem muitas flores. Foto: Kelly Pelisser

O sítio tem muito verde, um açude com peixes e uma ilha no meio, plantações de alface, couve, salsa, cebolinha e outros temperos orgânicos, uma estufa com morangos, um parquinho infantil e muitas flores. A uma curta caminhada por uma trilha, se chega a uma pequena cascata. Outra atração são os dois cachorros da raça Border Collie, muito amáveis e brincalhões, o Max e a Lessie. Há ainda um gato e galinhas no sítio. O lugar conta ainda com algumas árvores frutíferas, como bergamotas, nesperas e laranjas. Há várias casinhas de passarinhos penduradas pelas árvores. Uma querideza só!

Refeitório coletivo iluminado e integrado à natureza. Foto: Kelly Pelisser

O prédio da hospedagem tem um refeitório e uma cozinha coletivos, que todos os hóspedes podem utilizar. Fica num espaço amplo e super iluminado, com paredes de vidro, que fazem com que o salão fique integrado à paisagem verde. Um dos quartos privativos conta com cozinha individual, além do banheiro. Outras acomodações não têm banheiro individual, é preciso utilizar banheiros coletivos. O lugar não serve refeições, nem mesmo o café da manhã (apenas em momentos de alta temporada é servido café da manhã, com preço cobrado à parte). Como não há nada muito próximo, então, ou é preciso levar alimentos para cozinhar, ou sair do sítio e ir em algum lugar em Garibaldi para comer. Quem optar por cozinhar no local, pode se servir também dos ovos das galinhas, das hortaliças, flores e temperos do sítio. Sugiro, para o lanche da tarde, levar uma toalha e fazer um piquenique no gramado.

O sítio tem parque infantil. Foto: Kelly Pelisser

Açude com peixes. Foto: Kelly Pelisser

A hospedagem conta com um espaço coletivo, com mesa de pingue-pongue, livros e jogos. Outro destaque é a própria construção, que é sustentável, com telhas de caixinhas de leite, para isolamento térmico, e aproveitamento de energia solar. O lugar faz parte da Via Orgânica, roteiro que reúne empreendimentos com produção ou venda de produtos orgânicos em Garibaldi. O sítio também é associado à Cooperativa de Produtores Ecologistas de Garibaldi (Coopeg). O Crescer é tocado pelo casal Ana Cláudia e Damian Chiesa. Os dois deixaram a vida super urbana para investir num lugar mais tranquilo. Além de turistas, o sítio recebe retiros da igreja católica, grupos de estudo ambiental e até já abrigou festas de casamento diurnas.

Quarto com cozinha e banheiro privativos. Foto: Kelly Pelisser

Outra coisa super mimosa do sítio é que os quartos têm nomes de virtudes: generosidade, equilíbrio, humildade, caridade… Eu fiquei no quarto Fé, o único com banheiro e cozinha privativos. Ele conta com uma cama de casal, uma bancada e dois banquinhos, fogão, geladeira, pia e armários. Tudo completo para você se sentir em casa! E quando se abre a janela, se vê o verde lá fora e ouve os passarinhos cantando! Dali, também se contempla um por do sol incrível! Eu assisti o por do sol sentada no Gramado, fazendo carinho num dos cachorros Border Collie e depois cozinhei usando os ovos das galinhas caipiras e temperos do sítio. Me diz se isso não se pode chamar de felicidade? 🙂

Cachorros Max e Lessie são atração do Sítio. Foto: Kelly Pelisser

A hospedagem custa R$ 50 para o quarto compartilhado (são divididos em dormitórios masculinos e femininos) e R$ 90 para o quarto privativo sem banheiro (o banheiro é coletivo, fora do quarto). Já as suítes (para um casal), com quarto e banheiro privativo, custam R$ 130 durante a semana e R$ 150 nos fins de semana. Nos feriados e alta temporada (janeiro, fevereiro e julho), a suíte sai por R$ 150 durante a semana e R$ 200 no fins de semana. O café da manhã só é servido na alta temporada e custa R$ 15 por hóspede.

Açude tem ilha com ponte. Foto: Kelly Pelisser

O sítio é um encanto! Super tranquilo, bonitinho e dá vontade de voltar muitas vezes! Já quero voltar na primavera pra ver tudo super florido!

 

Sítio Crescer

Onde fica: Rua Buarque de Macedo, sn (cerca de 5 km do Centro), Garibaldi, RS

Mais: site do Sítio Crescer, Facebook do Sítio Crescer

Contato: (54) 98145.0037

 

TremBão GastroBar, em Bento Gonçalves (RS)

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Pizza de pão de queijo com cogumelos. Foto: Kelly Pelisser

Fui conhecer o TremBão GastroBar, em Bento Gonçalves (RS). O restaurante abre de almoço a jantar, passando por café da tarde, de terças a domingos. Fica numa das casinhas da Estação Férrea, pertinho da Maria Fumaça, e oferece culinária mineira, com claro, um toque de Serra gaúcha. As escolhas não são obra do acaso e passam pela história do casal proprietário. O Rodrigo é de Bento Gonçalves e trabalha há muitos anos com gastronomia, em restaurantes onde era funcionário. O pai dele era ferroviário e a família morava na casa onde hoje é o gastrobar. A Nai é arquiteta de Minas Gerais. Assim, se misturaram os ingredientes para o TremBão.

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Linguiça mineira. Foto: Kelly Pelisser

A casa conta com três cardápios, um de almoço com pratos executivos que custam de R$ 24,90 (que leva chuleta e feijão) até R$ 36,90 (salmão com purê de batata baroa). A partir das 15h, entram em cena dois outros cardápios, um de lanches e outro à la carte. O de lanches tem pastéis, pão de queijo, canjica doce, sanduíche com pão ciabatta e torrada com pão caseiro, entre outras opções no balcão. No à la carte, destaque para os burgers com pão de queijo e as pizzas com massa de pão de queijo! Mas também tem petiscos como bolinho de feijoada, coxinha de pão de queijo, tábuas de carnes , escondidinhos, massas e sopa no pão (agora no inverno). As pizzas custam de R$ 36 a R$ 42. Os burgers de R$ 32 a R$ 36. Já as carnes saem por preços entre R$ 36 e R$ 46.

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Feijão tropeiro e couve com bacon. Foto: Kelly Pelisser

Fui convidada a conhecer as novidades da casa. E olha, veio muita comida! Ahah. Para começar, fomos recebidos com uma pizza de pão de queijo com cogumelos (muito excelente, mas que não está no cardápio, infelizmente). Mas pude perceber que realmente é muito boa e diferente a massa. Depois, vieram os pratos bem mineiros, o feijão tropeiro e linguiça. E o angu com queijo (semelhante à nossa polenta) e carne de lata (é literalmente uma carne conservada na lata, é lombo suíno na própria banha). Tudo muito delicioso! Amo feijão tropeiro e estava sensacional! A carne de lata é super macia! Os pratos vem acompanhados de couve com bacon e arroz e servem duas pessoas. O feijão com linguiça custa R$ 70 e o angu e a carne de lata, R$ 76.

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Angu com queijo e carne de lata. Foto: Kelly Pelisser

Como se não bastasse, ainda veio sobremesa! Daquelas de dar pena de comer de tão linda! Mas, comam porque é tão boa quanto bonita! Ahaha. Mousse de gianduia com recheio de frutas vermelhas e base de brownie: maravilhosa! Ah, claro, para a entrada, tem uma cachacinha (mineira ou da Serra gaúcha, conforme escolha) e, no final, um cafezinho mineiro. Outro destaque fica por conta da decoração da casa, com vários itens legais, entre eles, letreiros que formam frases na escada que dá acesso ao mezanino.

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Mousse de gianduia com recheio de frutas vermelhas e base de brownie. Foto: Kelly Pelisser

O TremBão é um lugar único, com uma culinária que não se encontra facilmente na Serra, com gosto de casa! Dá vontade de voltar muitas vezes, uai!

 

TremBão GastroBar

Onde fica: Rua Duque de Caxias, 122 (Estação férrea), Bento Gonçalves, RS

Horários: de terça a sábado, das 11h às 23h, e domingos, das 11h às 20h

Mais: Facebook do TremBão