Spa do Vinho Autograph Collection Hotel e Baile Imperial, em Bento Gonçalves (RS)

Construção do Spa do Vinho é maravilhosa. Foto: Kelly Pelisser

Paisagem é a mais linda do vale. Foto: Kelly Pelisser

Para mim, a vista do Spa do Vinho Autograph Collection Hotel é a mais linda de todo o Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS). É aquele tipo de paisagem que a gente pode ver centenas de vezes e continua enchendo os olhos, como da primeira vez. O hotel de alto padrão, que integra a rede internacional Marriott, conta com um condomínio vitícola e um centro vinoterápico que oferece tratamentos corporais e faciais naturais com uso de polifenóis da uva. Uma vez por ano, perto do Sete de Setembro, o Spa do Vinho promove o Baile Imperial, uma grande festa para celebrar a Independência do Brasil, com comidas, roupas e música de época, reproduzindo o país dos tempos da Corte Portuguesa.

Baile Imperial tem iluminação à luz de velas. Foto: Kelly Pelisser

Convidados recebem máscaras. Foto: Kelly Pelisser

Funcionários do hotel estão trajados de época e dançam lindamente. Foto: Kelly Pelisser

A oitava edição do Baile Imperial (em 10 anos de hotel) foi no dia 9 de setembro, um sábado. Eu fui convidada a participar e posso dizer que é uma experiência incrível. Todos os funcionários estão vestindo roupas do início do século 19, da recepção à cozinha. A atmosfera é magnífica. Você se sente num filme de época. Os participantes do jantar devem usar traje social, de preferência as mulheres de vestido longo (mas há várias de vestido até o joelho) e os homens de terno e gravata. O baile é aberto a hóspedes e não hóspedes. Os ingressos custavam de R$ 350 a R$ 550 por pessoa, dependendo do lote. Esse mais caro era do lote final.

Na entrada, você escolhe uma máscara (sim, o baile é de máscaras) à la Veneza, feita por uma artesã de Gramado em couro. As das mulheres são decoradas com plumas e pedras. Para chegar ao local da festa, é preciso descer uma escada. No topo dela, um funcionário do hotel pergunta seu nome e cidade e faz o anúncio a todos: “Recebemos no nosso baile, Kelly da província de Caxias do Sul”. Ao centro do salão fica um palco onde ocorrem apresentações. As mesas redondas para o jantar estão dispostas ao redor dele. Já a orquestra, que vai tocar ao longo de toda noite músicas clássicas como valsas e minuetos, está num outro palco próximo ao central. O salão fica meio às escuras, já que a iluminação é feita apenas com velas em castiçais sobre as mesas. O público acompanha, antes e durante o jantar, apresentações de funcionários do hotel vestidos de época, de ballet e mais de dois solistas de ópera (divinos) do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Fernanda Schleder e Frederico de Assis.

Primeiro prato: salmão. Foto: Kelly Pelisser

Segundo prato: bacalhau. Foto: Kelly Pelisser

Cabedella de peru com feijões brancos ensopados e embutidos. Foto: Kelly Pelisser

Lombo de vaca e quibebe de moranga. Foto: Kelly Pelisser

Bolos de sobremesa. Foto: Kelly Pelisser

Os pratos do jantar foram feitos por chefs convidados, reproduzindo iguarias que a Corte Portuguesa consumia no Brasil. Confesso que estava curiosa para provar o menu. De entrada, queijo coalho assado com mel, pãezinhos e manteiga. Como primeiro prato, um salmão ao molho de ervilhas com cogumelos e castanhas adoçadas (eu amei essa explosão de sabor). O segundo prato era um bacalhau au gratin com azeitonas. Na sequência, uma cabedella de peru com feijões brancos ensopados e embutidos. E por fim, um lombo de vaca e quibebe de moranga. O jantar era acompanhado de vinhos premium de vinícolas do Vale dos Vinhedos, Lídio Carraro, Don Laurindo, Almaúnica, Miolo e Don Cândido. Todo o serviço é à francesa. De sobremesa, docinhos como quindim e de nozes, bolos decorados, bem-casados, café e licor. Esses estavam em uma antessala para os participantes do jantar se servirem à vontade.

Ao fim do jantar, alguns casais dançaram na área do palco, mas a festa acabou cedo, já que a maioria preferiu se recolher aos quartos. Mas, me contaram que isso depende da resposta do público. Em alguns anos, o baile seguiu até as 4h da manhã. Mesmo sem festa madrugada adentro, o jantar espetáculo enche os olhos e vale muito a pena.

Quarto com cama enooorme. Foto: Kelly Pelisser

Eu passei a noite no hotel, num dos quartos com vista para os fundos. O grande destaque é a cama mais do que enorme, maior do que uma king size, com muitos travesseiros e almofadas, bem daquelas para se jogar. A vontade é ficar muito tempo na cama. Mas eu sugiro acordar logo para aproveitar a paisagem. O café da manhã é servido no andar térreo. Estão à disposição frutas, iogurte, pães, bolos e frios. Os garçons oferecem café, leite, sucos e espumante. Também é possível levar sua refeição para um terraço ali ao lado e tomar café apreciando a linda vista dos vinhedos e do vale. O hotel conta com uma piscina externa (também com vista para o vale), adega e bar. No último andar, há um restaurante para eventos, de onde é possível ter uma visão ainda mais magnífica da paisagem, já que é o ponto mais alto da construção.

Piscina externa do hotel. Foto: Kelly Pelisser

O hotel oferece quartos a partir de R$ 550 a diária, incluindo café da manhã. Há quartos de diversos perfis, com preços que podem chegar a R$ 2.817 a diária, com varanda com vista para o vale e banheira de hidromassagem. Os mais caros são os da parte da frente do hotel, voltados para a paisagem da vinícola Miolo. Dando uma olhada no site da rede Marriott, dependendo do dia, dá para pagar R$ 362 dos quartos mais simples. Os tratamentos do spa são pagos à parte, assim como o estacionamento.

Fonte em frente ao hotel pode ser acessada também por não hóspedes. Foto: Kelly Pelisser

Quem não é hóspede pode fazer fotos na área externa do hotel, onde fica a fonte na entrada (que tem uma vista linda para o vale), pagando o estacionamento. Não hóspedes também podem utilizar o Restaurante Leopoldina e o Bar Sabrage do hotel. Não é necessário pagar taxas, apenas o que for consumido.

Terraço onde é possível tomar café da manhã e ter vista do vale. Foto: Kelly Pelisser

O mais impactante de todo hotel é a paisagem, o entorno, o contexto. Seja para se hospedar ou apenas para visitar, o lugar é encantador e remete às regiões vinícolas mais famosas da Europa, com vales e vinhedos. E ainda por cima participar de um baile de máscaras no estilo imperial com esse cenário faz a gente acreditar que está em um filme de época. O Spa do Vinho Autograph Collection Hotel é, realmente, uma experiência única.

 

Spa do Vinho Autograph Collection Hotel

Onde fica: RS-444, km 21, em frente à vinícola Miolo, Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, RS

Mais: site e Facebook

 

 

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Pousada dos Capuchinhos, em Vila Flores, RS

Fachada da Pousada dos Capuchinhos. Foto: Kelly Pelisser

Logo depois do hall de entrada, parede cheia de imagens religiosas. Foto: Kelly Pelisser

Há algum tempo, eu alimentava a curiosidade em conhecer a Pousada dos Capuchinhos, no município de Vila Flores, RS. Passei um final de semana lá, a convite do Sindicato Empresarial da Gastronomia e Hotelaria (Segh), que juntamente com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), promoveu durante duas semanas, entre o fim de maio e o dia 4 de junho, as comemorações do Dia do Vinho (que incluía descontos em hospedagem e atrativos em vinícolas e restaurantes). A pousada, que foi reformada há quatro anos, superou em muito as minhas expectativas, e olha que eram altas! Tudo é maravilhoso lá! Cada detalhe é lindo, a estrutura é melhor do que muitos hotéis (não se deixe enganar pelo nome “pousada”) e a tranquilidade do lugar é digna dos freis capuchinhos, que são responsáveis pelo empreendimento. O prédio funciona no lugar onde ficava o antigo Seminário Santo Antônio entre os anos 1940 e 2005.

Eu me apaixonei por esse pátio. Foto: Kelly Pelisser

Imagem no pátio da pousada. Foto: Kelly Pelisser

Os quartos são simples, mas bem aconchegantes com ar condicionado, e no banheiro tem até espelho especial para maquiagem (adorei). O pátio entre os prédios da pousada é um encanto só, com fonte de água, bancos, limoneiros, ombrelones e estátua de São Francisco de Assis. Nesse espaço, fica tocando uma música gregoriana baixinha, que acalma. É uma paz só ficar sentada ali. A pousada tem sala de estar com paredes feitas com madeira de pipa de vinho antigas, mais móveis vintage. Ao lado, tem uma sala de jogos, com mesa de sinuca. E por ali também fica um wine bar, com uma bancada super legal feita com rolhas, além de várias mesinhas. O restaurante ao lado serve o café da manhã, que é mais do que farto, com frutas e muitos tipos de bolo, muitos mesmo: com opções sem lactose, integrais, brownie e red velvet (ah, almoço e janta não estão disponíveis, mas há opções próximas da pousada). Ali no mesmo corredor do restaurante do hotel também tem uma capela para orações individuais, com vitrais lindos, com uma luz impressionante (futuramente, o espaço deve voltar a abrigar missas diárias). Atrás da pousada, fica a vinícola Frei Fabiano, administrada pelos capuchinhos, que produz sucos, vinhos e espumantes, que também são vendidos, no varejo, na recepção da pousada, ou no wine bar (curiosidade: eles produzem vinho de missa, que eu provei e é licoroso, bem doce, bem alcoólico – 16 graus – e rosé). Do lado de fora da pousada, estão três piscinas ao ar livre (uma com hidromassagem), com mesas e cadeiras, e mais outro espaço fechado com mais piscinas cobertas. Atualmente, essas piscinas estão à disposição dos hóspedes com água normal, fria, mas, assim que a pousada obtiver autorização do governo federal, vai explorar águas termais descobertas no terreno dos freis, com o líquido vertendo a 46ºC. Assim que forem autorizadas, as piscinas já devem utilizar desse recurso. Futuramente, será construído um parque para aproveitar as águas quentinhas, que também terá outras atrações, como mini-fazenda e mini-zoológico. Um centro de eventos, para atividades empresariais e festas particulares, como casamentos e formaturas, está no projeto. A ideia do parque é que os hóspedes da pousada tenham acesso a ele, mas que também outras pessoas paguem ingresso para entrar no espaço, mas, aí sem ter acesso à parte de hotelaria.

Capela da pousada. Foto: Kelly Pelisser

Piscinas externas da pousada. Foto: Kelly Pelisser

Piscinas cobertas da pousada. Foto: Kelly Pelisser

Atualmente, os quartos individuais da Pousada dos Capuchinhos custam a partir de R$ 120 a diária. Já os para casal têm preços entre R$ 160 e R$ 185, fora uma suíte especial que custa mais de R$ 300 a diária. São 69 apartamentos, sendo que quatro são adaptados para pessoas com deficiência física. Mas, atenção, é bom se planejar para passar um fim de semana lá. A lotação é sempre máxima em sábados e domingos. Por isso, é bom reservar para esse período com 45 ou 60 dias de antecedência, pelo menos. Se for para durante a semana, é mais tranquilo.

Wine bar da pousada. Atentem para a bancada com rolhas. Foto: Kelly Pelisser

Parede da sala de estar é feita com pipas. Foto: Kelly Pelisser

Eu amei tudo! Quero voltar para aproveitar com mais calma tudo o que a pousada proporciona! Também quero levar meus pais! Vila Flores, cidade de 3,3 mil habitantes, é um lugar muito querido e, certamente, uma das coisas que a faz especial é essa pousada maravilhosa! Mais do que aprovada e recomendada!

Quarto da pousada. Foto: Kelly Pelisser

Uma das mesas do café do manhã, que tem até brownie e bolo red velvet. Foto: Kelly Pelisser

 

Pousada dos Capuchinhos

Onde fica: Rua do Seminário, 290, Vila Flores, RS

Telefone: (54) 3447.4700

Mais: Facebook

 

 

Hospedaria Rio do Vento, junto ao Barlavento Morangos Hidropônicos, em Caxias do Sul (RS)

hospedaria rio do vento

Pousada foi feita a partir de duas casas antigas. Foto: Kelly Pelisser

Quase todo mundo de Caxias já foi ou, pelo menos, já ouviu falar do Barlavento, o restaurante ao lado da produção de morangos hidropônicos que se desenvolvem ouvindo música na Rota do Sol. Mas nem todo mundo sabe que lá também existe uma pousada super simpática. A Hospedaria Rio do Vento é relativamente nova, existe há cerca de um ano e meio. A pousada foi montada a partir de duas casas antigas, que seriam demolidas, uma de 1871, trazida de Coronel Barros, e outra de 1951, de Três de Maio, na Fronteira Noroeste do Estado. A hospedaria é bastante procurada por turistas de Porto Alegre e de São Paulo, especialmente, pela localização estratégica entre Gramado e Bento Gonçalves. Mas moradores de Caxias do Sul e outras cidades da Serra também recorrem ao lugar em datas especiais, como Dia dos Namorados, ou só para dar aquela fugidinha mesmo num fim de semana.

pousada serra gaúcha

Área comum da pousada, com sala de estar e mesas para o café da manhã. Foto: Kelly Pelisser

rio do vento

Área de leitura da pousada. Foto: Kelly Pelisser

As paredes de tijolo e de madeira foram desmontadas e remontadas em Caxias. Algumas partes, como as divisórias internas dos quartos, são novas. A pousada tem seis suítes, cada uma com capacidade para entre duas e cinco pessoas. Um dos quartos têm um bercinho para bebê. Dois deles, contam com um mezanino, onde fica uma outra cama. Os valores variam conforme o número de pessoas e o quarto escolhido. Para uma pessoa, entre R$ 190 e R$ 320; para duas, de R$ 270 a R$ 400; para três, de R$ 370 a R$ 480; para quatro, de R$ 510 a R$ 560; e para cinco, R$ 640. No preço, está incluído o pernoite e o café da manhã. As diárias começam às 14h e vão até o meio-dia.

quarto pousada

Quarto onde fiquei tem mezanino. Foto: Kelly Pelisser

Tudo tem cara de casa, daquela da avó, sabe? Uma lareira na entrada garante o calor para a sala de estar e mesas do café. Em noites frias, também dá para fazer pinhão na chapa ali. Passei uma noite na pousada, num dia frio. Dentro da casa, não se sente a temperatura e o vento lá fora. Os quartos têm Split, e também cobertas e edredons que dão conta do recado. As janelas têm vidros duplos para serem isolantes térmicos e também do movimento da rodovia, ao longe. Fiquei no quarto chamado Patagônia, que teria lugar para quatro pessoas, uma delas, no mezanino alcançado por uma escada. Todos os quartos têm banheiro (com secadores e toalhas à disposição), TV e frigobar (com água, refrigerante e cerveja).

bulés pousada rio do vento

Detalhes antigos estão por toda a parte. Foto: Kelly Pelisser

A pousada tem uma pequena cozinha comum, com geladeira, fogão e micro-ondas, que pode ser utilizada pelos hóspedes. Já o serviço de restaurante é o do Barlavento, que fecha cedo. Nessa época, o atendimento é até 19h durante a semana e até 20h nos finais de semana. Ou seja, se você quiser jantar lá, tem que se programar para comer cedinho. Eu jantei no restaurante. Pedi um Ruta 40, uma massa penne com carne de panela e queijo parmesão (R$ 37,50), acompanhada por uma taça de vinho (R$ 9). De sobremesa, escolhi um Tormentim, brownie com sorvete de nata e calda de mirtilo (R$ 19,50). A carne de panela estava deliciosa, bem soltinha! E o brownie e a calda são bem gostosos.

brownie com sorvete e calda de mirtilo

Sobremesa do jantar: brownie com sorvete e calda de mirtilo. Foto: Kelly Pelisser

A noite foi bem tranquila. O café da manhã é servido entre 8h e 10h. Dependendo da época do ano, tem os tradicionais morangos cultivados lá no sistema de hidroponia. Agora, infelizmente, não há morangos. A safra é entre agosto e dezembro, mas, dependendo do clima, é possível ter num período bem maior. Esse ano, não foi de muito sucesso.  Assim, o restaurante também não tem, nesse momento, sobremesas e pratos com morangos, já que a opção dos proprietários é não comprar a fruta de terceiros. O café tinha bananas e maçãs, grostoli daquele sequinho, pães com geleia e manteiga, queijo e peito de chester, biscoitos, café e chá. E destaque para: o suco de morango maravilhoso, o melhor da vida (é congelado, por isso, tem todo ano), o iogurte de morango (o iogurte é produzido por uma agroindústria e a calda é feita lá mesmo), e uma cuca de mirtilo divina (também produzida na hospedaria). Sério, eu ainda sinto o gosto do suco, do iogurte e da cuca dias depois! Coisa mais boa!

café da manhã pousada rio do vento

Café da manhã com suco de morango, iogurte de morango e cuca de mirtilo: delícias! Foto: Kelly Pelisser

Depois do café, uma boa pedida é dar uma caminhada no entorno, observar as árvores, brincar com os cachorros (a Rosinha é pequeninha e um amor! Adora carinho), ver os outros bichinhos (tem coelhos, galinhas e porquinhos da Índia), e relaxar. Afinal, estamos perto de Caxias, a uns 14 quilômetros do Centro, mas num lugar onde o tempo parece que passa um pouco mais devagar. Aliás, não há sinal de celular ou de internet por lá, mas a pousada conta com wifi e telefone. Só que te dou um conselho: esqueça, se possível, do celular. Afinal, não é em todo o lugar que dá para parar e ver sentir o tempo passar em outro ritmo. Tipo, na casa da vó.

restaurante Barlavento

Área externa do restaurante Barlavento. Foto: Kelly Pelisser

restaurante barlavento

Área interna do restaurante Barlavento. Foto: Kelly Pelisser

bichos rio do vento

Além dos porquinhos da Índia, lugar também tem cachorros, galinhas e coelhos. Foto: Kelly Pelisser

Hospedaria Rio do Vento e Barlavento Morangos Hidropônicos

Onde: RSC-453, Km 154, Rota do Sol (a 14 quilômetros do centro, em direção ao Litoral), Caxias do Sul (RS)

Preços das diárias e fotos dos quartos: http://www.riodovento.com.br/hospedaria

Horário do restaurante: de segunda a sexta, das 8h às 19h, sábados, domingos e feriados, das 8h às 20h. Durante o horário de verão, de segunda a sexta, das 8h às 20h, sábados, domingos e feriados, das 8h às 21h.

Mais: site e Facebook

Outros posts sobre o Barlavento:

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