Circuito Enogastronômico da Boccati com o tema Europa em julho

circuito enogastronomico boccati

Ccircuito enogastronômico da Boccati. Foto: Igor Farias Coelho, divulgação

Para quem gosta de vinhos, esse é o evento mais bacana da Serra Gaúcha: o Circuito Enogastronômico da Boccati, que agora em julho terá como tema Europa. O evento será no dia 14 de julho, uma sexta-feira, entre 19h30min e 23h30min na loja da Boccati. Além de degustar vinhos europeus, os participantes vão poder provar itens da gastronomia de países do Velho Mundo e conferir atrações típicas. Vai ter pastel de belém, brigadeiro brulée, torta de maçã, brigadeiro de colher de chocolate belga, jamón, linguiça bock… Ai, ai! Vale demais a pena!  Ah, e dica: os ingressos sempre esgotam logo, porque o evento é realmente top, então, corre lá na Boccati ou entra no site deles para comprar. Abaixo, a listinha completa das atrações.

◾ Degustação de Vinhos 🍷

▪ Mais de 60 rótulos, entre eles:
– Primitivo Papale D.O.P;
– Barolo Pietro Rinaldi D.O.C.G;
– Brancaia Tre Rosso Toscana;
– Tarima Monastrell Orgânico;
– Terra Serena Prosecco D.O.C.

◾ Culinária Típica 🍝

▪ Receptivo
por Sal a Gosto:
– Creme de cebola tradicional (França).

▪ Mesas Frias 🧀
por Sal a Gosto:
– Caponata siciliana (Itália);
– Sardela (Itália).

por Il Rifúgio del Gourmet:
– Porchetta romana (Itália);
– Queijos artesanais (Europa).

por Charlie Bakery:
– Baguete tradicional (França);
– Cibatta de azeitonas (Itália);
– Focaccia genovese (Itália);
– Grissini tradicional (Itália);
– Pão de figo com brie (França);
– Pão português (Portugal).

– Frios variados;
– Jamón Serrano.

▪ Finger Food 🍖
por Sal a Gosto:
– Linguiça bock com mostarda forte (Alemanha);
– Devil´s on horseback (Inglaterra).

por Di Paolo:
– Galeto ao primo canto (Itália);
– Polenta frita (Itália).

▪ Pratos Quentes 🍤
por Sal a Gosto:
– Paella marinera tradicional (Espanha);

por Di Paolo:
– Nhoque ao molho tradicional (Itália);
– Ravioli ao molho de manteiga e sálvia (Itália).

▪ Mesa de Doces 🍫
por Ana Paula Ditadi:
– Brigadeiro Brulée (França);
– Panna Cotta (Itália);
– Pastel de Belém (Portugal);
– Tortinha de Maçã (Alemanha);
– Brigadeiro Belga de Colher (Bélgica);
– Torrone (Espanha).

◾ Atrações Especiais 💃🎼
– Show de jazz com Bibi Jazz Band;
– Show de música espanhola com Kiko Ferrer;
– Show de Flamenco com La Serrana;
– Quick Massage
Entre outras!

◾ Lounge Temáticos

Estacionamento com segurança e manobrista.
Parceria com frota de táxi.

 

Cicurito Enogastronômico Boccati Europa

Quando: 14 de julho, sexta-feira, das 19h30min às 23h30min.
Ingressos: femininos a R$ 200 e masculinos a R$ 240.
Podem ser comprados na loja física ou virtual: https://goo.gl/w5cZh8
Mais informações: (54) 3224.9900 ou pelo e-mail eventos@boccati.com.br

Onde fica: Boccati Vinhos, Rua Antônio Ribeiro Mendes, 2043, Caxias do Sul, RS

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Royal Trudel, no Shopping Iguatemi, em Caxias do Sul (RS)

royal trudel iguatemi caxias

Meu trudel com doce de leite e amendoim. Foto: Kelly Pelisser

 

Minhas preces foram atendidas e abriu um quiosque da Royal Trudel no Shopping Iguatemi Caxias. A empresa é de Gramado (na Avenida Borges de Medeiros, 2300) , mas também tem unidades em Porto Alegre (nos Shoppings Bourbon Country e Praia de Belas), e oferece o que eles chamam de trudel, que é uma massa doce coberta de açúcar com a possibilidade de adicionar recheios. Essa iguaria é típica do Leste Europeu. Quando eu fui para Praga, na República Thecha, tem umas cinco banquinhas de vender isso a cada esquina lá. Hehe.

Por lá, o nome é Trdelnik (não me pergunte como é a pronúncia, já que tem mais consoantes do que vogais aí). Na verdade, quando cheguei em Praga, ainda não conhecia o doce e fiquei curiosa na hora sobre o que girava em espetos em churrasqueiras. Sim, a massa é assada em espetos giratórios, na brasa. À primeira vista, achei que fosse carne, mas chegando perto, vi que era massinha doce. Depois de assado, é passado no açúcar. Dá para comer assim, ou, é popular lá adicionar Nutella (dependendo da banquinha, tem outras opções também). A massinha é oca, já que o espeto é um rolo grande, e lembra massa de sonho. Mas, a melhor definição ouvi de um vendedor do shopping Iguatemi que passava pelo corredor ao lado do quiosque da Royal Trudel e disse para uma colega: “é um grostoli com um buraco no meio e recheio”. Ahahah. Pode ser, sim.

Bom, no Iguatemi Caxias, o quiosque fica em frente à loja da Hering (ali pelos lados da livraria Saraiva, sabe?). Se escolher o tradicional, só a massinha com açúcar, sai por R$ 8. Outras opções são adicionar doce de leite, camafeu (chocolate branco e nozes), Nutella, ou pé de moleque (doce de leite e amendoim). Daí, fica entre R$ 10 e R$ 12. Também dá para adicionar em qualquer um nozes ou amendoim por R$ 1 a mais ou uma bola de sorvete de creme por R$ 5 a mais.

Provei o de pé de moleque, que saiu por R$ 11. Vem num suporte de papelão e com vários guardanapos, porque você vai se sujar comendo. A parte oca dentro é grande, não vem cheia do adicional que você escolher, apenas com uma porção ao redor. A minha memória pode falhar, afinal, dois anos e alguns milhares de quilômetros me separam de Praga, mas acho que o original da República Tcheca tem uma massa um pouco mais grossinha, não tão sequinha quanto à daqui, mas achei igualmente bem bom. E deu para matar um pouco da saudades, porque, sério, eu sonhava com Trdelnik nos últimos tempos. Vou voltar mais vezes ao Iguatemi, certo.

 

Royal Trudel

Onde: Shopping Iguatemi Caxias (quiosque em frente à loja da Hering)

Mais: Facebook

 

Oktoberfest de Munique, na Alemanha

 

Área do parque da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Área do parque da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

A Oktoberfest original e mais famosa do mundo começa essa semana. Isso mesmo, a Oktoberfest de Munique, na Alemanha, na verdade é em setembro, não outubro. Para ser mais exata, sempre começa na segunda quinzena do nono mês do ano e acaba nos primeiros dias de outubro. Neste ano, será de 17 de setembro a 3 de outubro. A Otkoberfest é uma grande festa com comida e bebida (cerveja, claro) e brincadeiras, num clima bem família. Nas duas semanas, vão cerca de seis milhões de visitantes. Sim, seis milhões de visitantes e mais de seis milhões de litros de cerveja consumidos! E, acredite, tudo é muito na paz. Fui em 2015 e não vi nenhuma briga, ninguém me incomodou. E olha que a cerveja só é vendida em litro. Ah, detalhe: não se paga para entrar no parque. Você paga apenas o que consumir. A festa ocorre numa área, relativamente perto do Centro, e com um metrô que para exatamente ao lado.

Área interna de uma das tendas da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Área interna de uma das tendas da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Praticamente metade do terreno é um grande parque de diversões, com brinquedos gigantes para crianças e adultos e barraquinhas de brincadeiras (tiro ao alvo e outras, estilo aquelas de filme americano) e de comida. Nessas barraquinhas, dá para comprar os famosos pães com salsicha (há muitos tipos e o cardápio só está escrito em alemão) e outros lanches. Eu amo as amêndoas e outros grãos caramelizados com açúcar que são vendidos em cones de papel nas barraquinhas e os biscoitos em forma de coração com inscrições que vem com um fio para pendurar no pescoço. Sim, eu comprei um biscoito gigante e andei com ele pendurado no pescoço bem faceira! Mas todo mundo lá anda. E de roupa típica também. Inclusive no centro. Inclusive os vendedores nas lojas. É mais ou menos como na Semana Farroupilha no Rio Grande do Sul. Tem pra vender os trajes típicos até em lojas de departamento (como se fosse na Renner deles). E as meninas e mulheres andam de tranças e com coroas de flores de plástico no cabelo (fiquei morrendo de vontade de comprar – tem pra vender no parque – mas fiz a conta de quanto as flores custariam em reais e achei que não valia a pena pagar aquilo por plástico. Ahaha. O euro já estava mais de R$ 4. Se não me engano, as flores custavam 12 a 15 euros. Ou seja, uns R$ 60). Ah, para quem comprar garrafa de água na Alemanha: você tem que devolver o casco para ter o dinheiro dele de volta. Ou pagará mais caro. Na Oktober, funciona assim: você paga um euro a mais e fica com um tíquete do lugar. Daí, devolvendo a garrafa, tem esse euro de volta. O problema: se você ficar andando com a garrafa, é muuuuito difícil encontrar o lugar exato para devolver o casco.

Biscoitos em forma de coração típicos da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Biscoitos em forma de coração típicos da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Voltando ao funcionamento do parque: são 14 grandes tendas das cervejarias. Na verdade, são construções fixas, com mesas grandes (estilo de festa de colônia) e banheiros. Para entrar, ou você reserva (no caso de grupos) pela internet mesmo com bastante antecedência. Ou chega bem cedo para conseguir entrar. Só nessas tendas se vende cerveja. E só para quem estiver sentado. A cerveja é só em litro e tem preço tabelado. Neste ano, será de 10,40 a 10,70 euros (nas cervejarias do centro, fora da Oktoberfest, você encontra cerveja bem mais barata). Tem comida lá dentro também. E música. Mas, fora das grandes tendas, só dá para comprar comida e água. As tendas mais disputadas são as das cervejarias mais famosas. A da Paulaner, da Hofbrauhaus e da Augustiner. Mas todas são, mais ou menos iguais. Elas também tem um espaço fora da casa da tenda em si com mesas ao ar livre. Mas o mais legal é lá dentro, com a banda. Aliás, sobre bandas: acredite, elas não tocam músicas típicas alemãs. O que toca na Oktoberfest são músicas americanas das antigas. Tipo, Elvis Presley, aquela Sweet Caroline ecoa várias vezes… Só tem uma música alemã que toca a cada cinco minutos: Ein Prosit (ou “um brinde”). O pessoal sobe na mesa pra brindar. Uma festa!

Parque de diversões da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Parque de diversões da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

O preço de tudo fica inflacionado durante a Oktoberfest. Hotéis, por exemplo, custam umas quatro vezes mais do que em outras épocas do ano. E é tipo carnaval ou Reveillon no Rio, tem gente que já reserva com um ano de antecedência. Ou seja, quanto mais perto da festa, menos opções e mais caras. Então, se você quiser ir, é bom se planejar com vários meses de antecedência. Vários mesmo. Eu reservei com três meses e já não tinha muita opção e estava bem caro.

Essa é uma das tendas de cervejarias da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Essa é uma das tendas de cervejarias da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Eu cheguei, propositalmente, para o fim de semana de abertura da Otkoberfest. Isso porque tem duas paradas na rua (de graça para ver também, a menos que você queira ficar sentado em arquibancadas bem no centro). A primeira é no sábado de manhã com os patrões das tendas que saem do centro em desfile em charretes puxadas por cavalos, acompanhados de bandas marciais, para abrir a Oktoberfest no parque de eventos. No fim, a população que está nas ruas assistindo vai atrás. São milhares de pessoas andando em passinho de formiga. Eu fui junto e é muito legal. Ficam pessoas nas janelas dos apartamentos abandando. Muita gente vestida de roupas típicas. E, sim, já estão tomando cerveja desde manhã cedo. No domingo de manhã, também tem um grande desfile de roupas típicas, onde várias das atrações da primeira parada se repetem. É tudo muito mágico e você se sente em épocas passadas ou contos de fadas pelas roupas, flores e adereços nos cavalos. A música fica por conta de muitas bandas, ao estilo marcial. Eu vi as duas e são muito legais. As paradas percorrem vários quilômetros. Eu fiquei numa rua já mais próxima do parque do Otkober. Outras atrações fixas são dois dias para as famílias (com preços mais baratos no parque), uma missa, e uma salva de tiros (essa no encerramento).

Desfile na abertura da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Desfile na abertura da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

E por que, raios, a Oktoberfest é em setembro? Bom, ela surgiu em outubro, para celebrar um casamento real dos príncipes da Bavária, em 1810. A celebração durou seis dias e se repetiu nos anos seguintes. Depois, virou um festival. Mas, com o tempo, foi antecipada para setembro porque, em outubro, já é muito frio na Alemanha (é outono). Em setembro, ainda é agradável (mas não quente. É bem friozinho já, ao menos para os brasileiros). O festival começa de manhã, às 9h ou 10h, dependendo do dia da semana, e vai até 22h30min. A festa atrai muita gente do mundo inteiro atualmente. Nesse ano, terá uma preocupação extra com segurança. Mochilas e malas ou bolsas maiores estão proibidas. E todos serão revistados na entrada da festa ou na saída do metrô. Isso por causa do atentado terrorista recente que a cidade sofreu num shopping (que fica longe da área do festival). E a própria Oktoberfest foi alvo de terroristas no ano de 1980, quando 12 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas.

Desfile no primeiro domingo da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Desfile no primeiro domingo da Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Foto: Kelly Pelisser

Mas, esperamos que tudo dê certo nessa que é uma das maiores festas populares do mundo. Definitivamente, é uma das atrações praquela lista de coisas que devemos fazer uma vez na vida, ao menos, se possível.

 

Mais: site em inglês http://www.oktoberfest.de/en/

Como procurar hotéis em cidades desconhecidas

como procurar hotel ou hostel em cidades desconhecidas

Reprodução, Hostelworld3030

Vou estrear hoje um espaço de dicas na hora de turistar por aí. Começo falando sobre como tento encontrar um hotel numa localização legal e num preço camarada em uma cidade onde nunca coloquei os pés antes.  Bom, normalmente, eu primeiro faço uma cotação com agência de viagem. Na maioria das vezes, são mais caras do que buscar na internet, mas, eventualmente, pode haver alguma promoção. Se eu conheço alguém que mora ou já visitou aquela cidade, pergunto para a pessoa sobre bairros bacanas. Para mim, sempre é interessante que o hotel tenha uma boa localização, que permita fazer a pé boa parte das atrações turísticas, e que esteja perto do transporte coletivo (para chegar a partir do aeroporto e também visitar pontos mais distantes).

Primeiro passo é procurar em sites de buscas de hotéis. Tem vários hoje, inclusive que comparam entre sites. Eu costumo ir de basiquinho mesmo. Se for hotel, busco no Booking.com. Se for hostel, no Hostelworld (gosto muito deles porque tem um espaço para a descrição de como chegar no hostel utilizando transporte público. Algumas não são muito completas – são preenchidas pelos donos – mas sempre deu certo). Nunca tive problema com nenhum dos dois. Filtro pelo preço e aí vou olhando as avaliações dos outros usuários. Eu costumo ordenar as avaliações da pior para a melhor, para primeiro olhar quais são as maiores reclamações a respeito daquele lugar. Assim, é mais fácil descartar, de acordo com o que você não suporta. Por exemplo, quarto pequeno é ok até, mas quarto com percevejos e pulgas na cama, não (em Veneza, tem vários com esses relatos, afinal, os prédios são muito velhos).

Mas como saber se o endereço é bacana: primeiro, busco vários lugares que quero visitar naquela cidade para ver se são longe dali. Faço a comparação no Maps do Google. No mapa, também olho se há pontos de ônibus ou metrô perto, e ainda supermercados ou restaurantes (opções para comer perto sempre são interessantes, especialmente quando você chega de noite cansado no hotel de tanto bater perna e não tem vontade de ir pra longe jantar). Olho pela imagem do Google Earth também como é a rua e o prédio do hotel, para ver se não é trash demais ou bem diferente da foto da propaganda deles. Dou uma olhada depois no site do hotel ou hostel. Sempre pode ter alguma informação adicional para ajudar na decisão.  Outra dica é dar um Google para ver quais são os bairros bacanas, descolados do lugar. Às vezes, não são tão perto das atrações, mas tem uma atmosfera boa, que vale a pena ficar. Nem sempre o centro é a melhor opção. Em várias cidades, o centro é um lugar degradado e com uma criminalidade mais alta do que em outros pontos. Por exemplo, em Paris, fiquei em Montmartre, em Roma, uma vez fiquei em Trastevere, em Praga, em Mala Strana. Gostei muito de todos. Nenhum é central, mas não são longe também. Já em Buenos Aires, fiquei bem no centro, perto do Obelisco, e não gostei. Preferia ter ficado na Recoleta ou Palermo, por exemplo, que tem locais mais agradáveis.

Ah, nunca tentei Airbnb. Vocês já? E como escolhem hotéis quando vão para algum lugar que nunca estiveram antes? Conta aí.

Vídeo: Conhecendo Howth, em Dublin, na Irlanda

Viagem ao Exterior é só glamour, né? Bem longe disso! Nesse vídeo, vocês me veem no ventão gelado, fungando e morrendo de medo de altura em Howth, um porto lindo pertinho de Dublin, na Irlanda, na Europa. Gravei em 2011, quando eu morava por lá.

Vídeo: Principais atrações de Dublin, na Irlanda

Morei em Dublin, na Irlanda, em 2011. Esse vídeo eu fiz naquela época mostrando as principais atrações da área central da cidade. Achei que vale resgatar. Só, por favor, relevem o vento. Gravei com uma camerazinha comum. E venta demais em Dublin, em qualquer estação. Se não chover e ventar, não é Dublin. 🙂

Pretendo fazer vídeos novos de atrações no Brasil e ir postando aqui no blog.